SERÁ QUE A ESCOLA DOS MEUS FILHOS É BOA MESMO?

Grande aflição dos pais é ter certeza de que os filhos estão numa boa escola. Em todos os sentidos: bons professores, boa direção, boa segurança, boa organização. Preocupação totalmente justificada pelo imenso amor que sentem e a necessidade de querer oferecer sempre o melhor.

Procurar a escola, professora, direção sempre que sentir  necessidade deve ser o primeiro caminho seguido pelos pais. A escola é parceira, amiga da família. A criança precisa sentir essa confiança na família.Alguns pontos po

dem ser analisados para que as famílias tranquilizem-se em relação à escolha:

. Como meu filho chega em casa? Feliz? Fala da escola?

. Como se comporta na ida para escola? Com vontade?                                                                                                                                                                       (Cuidar para não confundir com a resistência de algumas crianças ao novo e aos limites;)

. As tarefas são claras? A criança sabe o que é para fazer?

. A professora corrige as lições?

. A agenda é utilizada diariamente?

. Como são recebidos os pais na escola?

. São feitas reuniões com professores e equipe pedagógica administrativa para explicar o andamento das aulas? Rotina da escola?

Em muitos casos a criança passa até 9 horas por dia na escola ou na creche. Precisa sentir-se bem, com atividades produtivas e interessantes, carinho, atenção, que contribuam para seu pleno desenvolvimento.

 

Escola e família: um elo de amor por nossas crianças!

Esse é o lema da Escola Municipal Anna Hella, aonde as diretoras Sandra Regina R. dos Santos e Maria Tereza T. Gomes, bem como toda equipe de professores e funcionários, preocupam-se com a boa acolhida aos alunos e desenvolvem atividades que aproximam a família da escola. No mês de março, aproveitando o ensejo do Dia Internacional da Mulher, prepararam um almoço especial para as professoras e funcionárias, com direito a sessão de beleza e, a noite, um evento especial que contou com a participação de muitas mães: sucesso total!

 

 

Elaine Esmanhotto Bareta
Pedagoga

 

Garanta a segurança de seu filho no caminho para escola.

Para garantir a segurança do seu filho e a sua tranquilidade, atente às dicas de especialistas = a orientação dos pais garante a segurança e a tranquilidade das crianças

Entre as novidades que acompanham o volta às aulas pode estar a mudança no meio de locomoção até a escola. Por diversas questões, como o amadurecimento da criança e a dificuldade de conciliar horários, muitos alunos passam a ir sem a companhia dos pais para a escola.

A coordenadora da ONG Criança Segura, Alessandra Françoia, lembra que crianças com menos de 10 anos não devem andar sozinhas na rua. “Crianças com essa idade têm dificuldades de julgamento da velocidade e distância dos carros, e limitação na habilidade motora, visual e auditiva para entender o trânsito”, explica. Portanto é preciso observar se seu filho está apto para enfrentar o trânsito sozinho.

É difícil não ficar preocupado com a segurança do seu filho, principalmente em grandes cidades, mas a mudança também não precisa ser o fim do mundo! Atente às seguintes orientações para minimizar os riscos.

Van escolar

No caso da van escolar, o cuidado dos pais deve centrar-se no veículo e o motorista. Confira as dicas:

1. Verifique o cadastro

Para prestar o serviço, o motorista precisa ter autorização do município, que dentre outros requisitos, pode exigir a aprovação em Curso de Treinamento de Condutores no Transporte Escolar de crianças. Peça a ele a documentação de registro ou entre em contato com a Secretaria Municipal de Transportes.

2. Avalie o veículo

Se o veículo for registrado, você tem a garantia de que seus equipamentos obrigatórios e de segurança são inspecionados duas vezes por ano e de que o condutor foi aprovado num curso especializado. Mesmo assim, não é exagero checar pessoalmente o estado do veículo e a existência dos requisitos exigidos pelo Código de Trânsito Brasileiro:

– faixa amarela com a inscrição “ESCOLAR” à meia altura e em toda a extensão das partes laterais e traseira da carroçaria;

– equipamento registrador instantâneo inalterável de velocidade e tempo;

– lanternas de luz branca, fosca ou amarela dispostas nas extremidades da parte superior dianteira e lanternas de luz vermelha, na extremidade superiora da parte traseira;

– cintos de segurança em número igual à lotação do veículo;

– extintor de incêndio.

3.Oriente seu filho

Especialmente no caso de crianças pequenas, oriente seu filho sobre como se comportar durante o transporte: ficar sentado, usar cinto de segurança e não tirar a atenção do motorista, por exemplo. Também por isso é aconselhável manter contato com o motorista: saber como são as atitudes do seu filho é essencial para saber orientá-lo em casa. Lembre-se de alertar seu filho que ele deve sempre descer na calçada, em frente à escola.

 

A pé ou de ônibus

Como as duas opções exigem percorrer distâncias na via pública, as orientações são parecidas.

1. Ensine-o a andar na rua

A coordenadora Nacional da ONG Criança Segura, Alessandra Françoia, listou as principais orientações a ensinar para as crianças:
– Olhar para os dois lados várias vezes antes de atravessar a rua. Atravessar quando a rua estiver livre e continuar olhando para os dois lados enquanto atravessa;
– Utilizar a faixa de pedestres sempre que disponível. Mesmo na faixa, a criança deve olhar várias vezes para os dois lados e atravessar em linha reta.
– Quando não houver faixa de pedestre, a criança deve procurar outros locais seguros para atravessar, seja na esquina, em passarelas ou próximo a lombadas eletrônicas;
– Não atravessar a rua por trás de carros, ônibus, árvores e postes;
– Nunca correr para a rua sem antes parar e olhar se vem carro – seja para pegar uma bola, o cachorro ou por qualquer outra razão. Correr precipitadamente para a rua é a causa da maioria dos atropelamentos fatais com crianças;
– Caminhar de frente para o tráfego (no sentido contrário aos veículos) em estradas ou vias sem calçadas. Assim, a criança pode ver e ser vista mais facilmente;
– Fazer contato visual com o motorista ao atravessar a rua para ter certeza de ver e ser visto; – Observar os carros que estão virando ou dando ré;
– Caminhar em fila única sempre que estiver com mais crianças;
– Ao desembarcar do ônibus, esperar que o veículo pare totalmente para descer e aguardar que ele se afaste para atravessar a rua.

2. Faça o trajeto junto

Mesmo que o caminho seja curto, essa atitude é importante para apontar os locais onde ele deve prestar mais atenção, como um grande cruzamento. No caso do ônibus, certifique-se de que a criança fixou os pontos em que deve pegar o ônibus e descer.

3. Orientar em caso de situações atípicas

É preciso se antecipar a possíveis ocorrências e explicar ao seu filho como ele deve reagir a elas. O clichê “não fale com estranhos” e “não aceite doces de estranhos” ainda estão em vigência. A conduta aconselhável nessas situações é agradecer, recusar e ir embora. Ensine-o também os números de emergência, como o da Polícia (190) e o dos Bombeiros (193).

Texto Iana Chan
Educar

Dicas de segurança para os pais.

DICAS DE SEGURANÇA

Para os Pais

1 – Nos passeios manter-se atento e não descuidar das crianças;

2 – Procurar conversar todos os dias com os filhos, observar a roupa que vestem e se apresentam comportamento diferente;

3 – Procurar conhecer todos os amigos do seu filho, onde moram e com quem moram;

4 – Acompanhá-los a escola, na ida e na volta, e avisar o responsável da escola quem irá retirar a criança;

5 – Colocar na criança bilhetes ou cartões de identificação com nome da criança e dos pais, endereço e telefone, orientar a criança quanto ao uso do cartão telefônico, bem como fazer chamadas a cobrar para pelo menos três números de parentes, e avisá-los desta orientação;

6 – Não deixar as crianças com pessoas desconhecidas, nem que seja por um breve período de tempo, pois muitos casos de desaparecimento ocorrem nestas circunstâncias;

7 – Fazer o mais cedo o possível a carteira de identidade no Instituto de Identificação do Paraná;

8 – Manter em local seguro, trancado e distante do alcance das crianças arma de fogo, facas, qualquer objeto ou produto que possa colocar a vida delas ou outras pessoas em risco;

9 – Orientar as crianças a não se afastar dos pais e fiscalizá-las constantemente;

10- Ensiná-las a sempre que estiverem em dificuldade a procurar uma viatura policial, ou um policial fardado (PM ou Guarda Municipal), e pedir ajuda;

11- Evitar lugares com aglomeração de pessoas;

12- Perdendo a criança de vista, pedir imediatamente ajuda a populares para auxiliar nas buscas e avisar a polícia.

 

Meu filho desapareceu, o que devo fazer?

1 – Em primeiro lugar, manter a calma;

2 – Caso esteja sozinho, peça auxilio para que acionem imediatamente a policia. Não existe prazo para comunicar o desaparecimento, faça-o imediatamente;

3 – Manter alguém no local onde a criança foi vista pela última vez, pois ele poderá retornar ao local;

4 – Deixar alguém no telefone indicado no cartão de identificação da criança, até para centralizar informações;

5 – Avisar amigos e parentes, o mais rápido possível, principalmente os de endereço conhecido da criança, para onde ela possa se dirigir;

6 – Percorrer os locais de preferência da criança;

7 – Ter sempre a mão foto da criança;

8 – Ter sempre em mente a vestimenta da criança para descrevê-la, procurando vesti-la com roupas detalhadas, de fácil visualização e identificação (cores berrantes, desenhos, etc…).


Motivos

1 – Castigos excessivos e exagerados, desproporcionais ao fato. Ex: a criança comete uma pequena falta e leva uma surra;

2 – Repressão excessiva, excesso de controle;

3 – Desleixo dos pais, a criança sente-se rejeitada e desprezada e foge para chamar a atenção;

4 – Muitas das fugas do lar têm por motivos o mau desempenho escolar, as responsabilidades domésticas que são atribuídas a elas e até mesmo pequenos ofícios, como venda de doces e salgados;

5- O espírito aventureiro também é um dos grandes responsáveis pela fuga de crianças. Nunca elogie demais seus filhos, afirmando que eles são bastante espertos, pois isto lhes proporciona uma falsa sensação de segurança e auto-afirmação;

6 – Fique atento à mudança de comportamento de seu filho, pois isto pode indicar que o mesmo poderá fugir de casa;

7 – Uma boa conversa com seu filho, pode livrar você de momentos de angústia e desespero.

Fonte:  http://www.sicride.pr.gov.br/

 

 

 

 

 

Paz sem voz é medo – sem educação não existe…

ASSISTA A REPORTAGEM: Guarda Municipal Mirim

Importante iniciativa  da GRPCOM com a nova campanha lançada este mês (leia abaixo) questionando a segurança em nosso estado. Vale ressaltar, é claro, que a base da NÃO VIOLÊNCIA  é a boa educação, familiar e escolar. Só educando as crianças evitamos que os adolescentes caiam nas drogas e na criminalidade.

Nesta campanha acontecerão 3 fases e  na etapa em que o GRPCOM pretende mostrar que a sociedade também pode ser mais participativa para construir uma sociedade de paz, espero que seja dada muita ênfase à questão da educação.

Pelo terceiro ano consecutivo, o Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCOM), por meio de seus veículos Gazeta do Povo, Jornal de Londrina, Gazeta Maringá, RPC TV, ÓTV, Mundo Livre FM e 98FM, além do Instituto GRPCOM, lança uma campanha de mobilização e de conscientização da sociedade paranaense para temas relevantes que fazem parte do dia a dia da população. Depois da campanha “Trânsito. Respeito ou Morte você escolhe o caminho” (2009) e Voto Consciente (2010), neste ano o tema é segurança pública e o slogan é “Paz sem voz é medo”. Curitiba é a quarta capital do país com maior crescimento na taxa de homicídios entre 1998 e 2008 de acordo com dados do Mapa da Violência 2011. Seis cidades paranaenses estão no ranking das mais violentas do país, Campina Grande do Sul, Guaíra, Santa Terezinha de Itaipu, Piraquara, Guaratuba e Almirante Tamandaré. Ainda segundo a pesquisa, Curitiba ocupa o sexto lugar no ranking da violência nas capitais com 56,5 mortes a cada 100 mil habitantes, perdendo apenas para Maceió, Recife, Vitória, Salvador e João Pessoa. Além disso, apenas o Piauí e o Paraná não disponibilizam o serviço de Boletim de Ocorrência eletrônico no país. A campanha já está nas ruas do Paraná. Além de anúncios, filmes, spots e peças de internet, a iniciativa conta com forte presença nas redes sociais e a realização de blitze em eventos em todas as regiões do Estado.  Não se trata apenas de uma campanha publicitária. Como nos anos anteriores, haverá o envolvimento editorial com reportagens para mostrar como a violência está presente no cotidiano das pessoas e que segurança pública é tarefa de toda a sociedade.  Segundo Sandra Gonçalves, diretora de Redação da Gazeta do Povo, não pode trazer a sensação de insegurança maior do que ela realmente é. “Iremos mostrar o cenário de violência, mas também vamos propor caminhos e mostrar soluções adotadas por outras cidades para resolver o problema”, explica. “