Na cama dos pais

Na cama dos pais

A cama dos pais tem um íman e cá para mim (ninguém me convence do contrário) tem uma magia soporífera, um misterioso pó de amor impregnado nas almofadas, que faz com que os filhos adormeçam imediatamente e que o pior dos pesadelos, o mais trepidante terror noturno, fuja a sete pés.

Na cama dos pais, o último refúgio dos medos, a paz é absoluta e total.

Ali chegam, levados por pais extenuados e vencidos, ou pelo seu próprio pé, transpirados e assustados, passarinhos a voar de noite aos encontrões pelos corredores da casa, até chegarem ao lugar dos lugares. Dois colos com lençóis macios e o cheiro dos progenitores. Caem que nem tordos a dormir, apaziguados.

Os pais fingem que se importam, na manhã seguinte: «lá foste tu para a nossa cama! Quando é que aprendes a ultrapassar os medos e a dormir sozinho? Tens de crescer!», mas nem olham muito nos olhos dos filhos quando dizem estas coisas, com medo de que eles descubram que naquele breve regresso ao ninho, ao berço inicial, os pais se enchem de amor e ternura e também eles se confortam nas suas inquietações.

Um pescoço morno. Uma mãozinha gorducha no nosso cabelo. Um pé de regresso à costela da mãe. A respiração tranquila na fronha partilhada.

O desejo secreto de que o ninho fique assim para sempre. E que a manhã demore muito a chegar.

Que o misterioso pó de amor das almofadas preserve para sempre estas excursões noturnas de mimo que não são mais do que um inteligente prenúncio, de uma saudade imensa, dos melhores dias desta vida.

Por Rita Ferro Rodrigues

O que é ser pai?

No universo sociológico ser pai e/ou mãe são status, ou seja, posições que você ocupa como membro de um dado grupo social, neste caso, o grupo social família. Tem-se família aqui como “laços de descendência por consanguinidade ou por afinidade” (OLIVEIRA, 2003; DURHAM ,1983;ABREU, 1982; …), ou seja, não importa se seja ou não descendentes biológicos, podem ser adotivos, ou adotados por afinidade, todos são família.

E, quando pensamos em pai/ mãe, geralmente, associamos estas posições as pessoas que os ocupam, ou seja, os genitores, os seres biológicos que com a ajuda de seu óvulo ou espermatozóide contribuiu para que as crianças viessem a este mundo. Contudo, cada posição possui um papel social, ou seja “um conjunto de expectativas acerca do que o indivíduo que ocupa a posição deve fazer”. Logo, ao ocupar a posição de pai, o que é experado que quem a ocupe faça? E da de mãe? O que uma mãe deve fazer?

Assim, pai, mãe e filhos são posições que vão sendo preenchidas conforme a cultura, ou seja, valores, crenças acerca do que cada pessoa ao ocupá-las fará… Porém, em decorrência da diversidade cultural, do fato de sermos mais que sujeitos sociais, mas sim indivíduos, com vivências, experiências, subjetividades… Cada um de nós irá dar o seu toque a interpretação aos papéis, acrescentando falas e outras expectativas que antes, não existiam, ampliando o papel.

E, nestas ampliações do papel social correspondente ao ser pai ou mãe, tem-se que qualquer pessoa independente do sexo, pode na família, ora ocupar a posição do pai (prover, dar segurança, proteger), ora a da mãe (acolher, cuidar, proteger, dar as direções, …) ou a do (a) filho (a) ( quer carinho, proteção, cuidados).

Logo, pode-se dizer que na família estamos constantemente dialogando com as várias posições (mãe/ pai/ filho (a)). E, ao ocupá-las os papeis corresponentes devem ser desempenhados a contento. E, neste momento, percebe-se como é difícil ser pai, ser mãe e ser filho (a), envolto em “n” expectativas, acerca do que se deve fazer, do como se portar, … Uma sobrecarga, as vezes enorme, principalmente para quem é mãe solteira ou pai solteiro (entenda-se que aqui entram todos aqueles que cuidam dos filhos, independente de serem estes pais biológicos ou adotivos ).

Deseja-se o melhor para o (a) filho (a), mas deve-se aprender a ouvi-los acerca deste melhor… Dialogar, conversar, observar,participar da vida, enfim, quantos ensinamentos e aprendizagens… E, na escola, observar o crescimento, as dificuldades, tentar sanar as dificuldades, intervir, conversar… Professoras que são apenas professoras co-repetidoras e não educadoras, que ao serem interpeladas acerca do que fazer para melhorar o aprendizado, sentem-se acuadas e terminam “marcando” os (as) filhos (as) que estão em processo de formação (Ensino Fundamental) e veem -se diante de um obstaculo que é maior que o físico, mas é psiquico, o readquirir a auto-estima, sentir-se capaz de realizar a atividade, convivendo com este tipo de exemplo de professor, que ao meu ver, deveria desistir da docencia, pois, realmente, não acrescenta e nem faz jus a profissão… E, nós pais, apreensivos, com uma sobrecarga de status (temos trabalho, casa, escola, filhos,….) aumenta a ansiedade, a preocupação, o nervosismo, que acaba mais dificultando que ajudando…

Rever posturas, valores, atitudes, enfim, rever a própria vida, é uma grande grande arte. A arte da humildade, frente ao fato de que ninguém nasce pai ou mãe, ou até mesmo filho (a), vamos aprendendo a ser num continuo processo do aprender, a cada etapa da vida.

Feliz dia dos PAIS!! DAS MÃES – PAIS!!! DOS AVÔS/ TIOS- AMIGOS PAIS!!!

Por Marcia Adriana Lima de Oliveira
Referência
OLIVEIRA, Marcia Adriana L. de. Separações e Divórcios: elementos que fazem parte da dinâmica familiar ou elementos de desestruturação desta? In: Revista CEUT, v.3, nº3. Teresina-Pi: CEUT, 2003
*Originalmente publicado no blog Universo Sócio-Antropológico, administrado pela autora desse texto.

FÉ E EDUCAÇÃO

fé em Deus

                   Nesses tempos de estado LAICO, escolas LAICAS, famílias LAICAS – lembrando que LAICO significa que não tem religião definida, respeitando todas as manifestações dos credos e da fé, acabamos confundindo “respeito” com “descaso”. Infelizmente muitas famílias não professam nenhuma fé, não conduzem seus filhos, crianças e jovens, ao amor à Deus e ao próximo, criando uma sociedade egoísta e sem preocupações com os outros.

Não importa qual seja sua religião: crie seus filhos na fé!

DIA INTERNACIONAL DA FAMÍLIA

O dia da família é uma data internacionalmente conhecida, comemorada em 15 de maio, desde 1994. Nesta data, a ONU (Organização das Naçõe

A família é composta por pessoas ligadas através de laços sanguíneos, constituída por todos os parentescos, como pais, avós, tios, primos, netos, sobrinhos, dentre outros.s Unidas) celebrou o ano internacional da família, através do tema “Família, Capacidades e Responsabilidades num Mundo em Transformação”.

Antigamente as famílias eram patriarcais, se apresentavam com um núcleo composto por marido, mulher e filhos. Os pais eram muito distantes dos filhos, quase não conversavam com os mesmos e eram tidos como os chefes das famílias, tendo que ser respeitados por todos. Era um tempo muito severo.

Hoje em dia as famílias se transformaram muito, em razão das mudanças socioculturais, econômicas e religiosas. Os fatores que mais influenciaram na transformação das famílias foram as modernidades, as conquistas da mulher no mercado de trabalho. As mulheres não se encontram mais dependentes dos maridos, conseguem se manter financeiramente e por isso o número de divórcios aumentou muito nos últimos anos.

Nesta data é importante que as pessoas revejam seus conceitos sobre família, assim como os papéis de cada um dentro dessa, pois temos visto problemas familiares sérios, em razão das pessoas casarem e não assumirem suas responsabilidades dentro do lar. São homens que priorizam outras atividades e deixam mulheres e filhos sozinhos em casa, assim como mulheres que não querem assumir o papel de esposa, tomando as responsabilidades da casa, mesmo trabalhando fora.

É muito importante a vida em família, pois as pessoas necessitam umas das outras. Além disso, compartilhar momentos de afetividade com os parentes só faz bem para as pessoas, traz proximidade, calor humano, harmonia, amor, carinho, sentimentos que as pessoas precisam para serem felizes.

Segundo pesquisas do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), nos últimos anos aconteceu uma mudança brusca no perfil das famílias, hoje os casais têm apenas um ou dois filhos.

No Brasil, a data é comemorada no dia oito de dezembro, criada em 1963, pelo presidente João Goulart.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

Internet? Redes Sociais? Que medo!!!

Pai é pai, mãe é mãe, amigo é amigo… Cada qual com seu papel na vida da criança e do adolescente. No entanto, pais e mães ganham muito quando conseguem aproximar-se dos filhos social e culturalmente,buscando compartilhar interesses, importando-se realmente com seu dia-a-dia.A distância cultural entre as gerações não deve ser barreira para a convivência harmoniosa e, para isso, os adultos precisam inteirar-se das inovações e apropriar-se delas também. Já há algum tempo a questão Internet é uma dessas inovações que muitas vezes “desespera” os pais. Deixo ounão? Quanto tempo por dia? Bloqueio com senha? Não existe regra específica e, assim como educar, é preciso bom senso. A primeira medida é: vire um internauta também. Seja parceiro do seu filho, jogue com ele, entrenas mesmas redes sociais, coloque-o em seu grupo de email, partilhe conhecimento. Aprender nunca é demais!É papel dos pais orientar os filhos e com conhecimento fica mais fácil saber o que é bom e o que não é. Dizer que não quer nem saber de computador, que não é do seu tempo, que é para os “novos”, não ajuda em nada, ao contrário, afasta. Lembre-se: ao mesmo tempo que a Internet pode representar o perigo do mundo dentro da sua casa, é também a abertura do conhecimento global, da ampliação das relações. Você vai deixar seus filhos fora dessa?

Elaine Esmanhotto Bareta

Pedagoga

Repetir de ano não é o fim do mundo

PGarfieldor que tanto drama quando os pais recebem a notícia de que o filho está prestes a perder o ano na escola? Se um ano significa muito pouco no final das contas, por que a reprovação costuma provocar reações tão exageradas? A vida escolar é longa, cheia de desafios, por que a nossa cultura é de rejeitar de forma tão contundente qualquer tropeço nessa caminhada?

Repetir de ano é uma perda, um momento difícil e não é para ser comemorado. Mas refazer o que não foi bem feito deveria ser assimilado como parte do processo. Quantas coisas ao longo da vida, inclusive profissional, precisam ser revistas e refeitas, sem que isso signifique um grande fracasso? Os pais precisam tomar cuidado para não fazer da reprovação uma experiência ainda mais penosa para as crianças, que já sofrem com a frustração de ficar para trás.

Para Ana Olmos, psicanalista infantil e orientadora de família, a reprovação na escola desperta nos pais o sentimento de fracasso e de vergonha perante amigos, parentes e integrantes do grupo formado pelas famílias e alunos da classe. Segundo ela, os pais que conseguem minimizar o julgamento social sobre eles e a criança – ou seja, conseguem não ligar para o que os outros pensam – têm uma chance muito maior de superar o problema e ajudar o filho nessa situação.

Embora seja sofrido para os pais e para a criança, repetir o ano deve ser encarado como uma possibilidade de colocar as coisas no lugar. É uma oportunidade para a família avaliar os vários fatores que contribuíram para o fracasso. A reprovação pode ser um resultado da imaturidade da criança para aquela série, da inadequação da escola, ou até da falta de organização da vida para favorecer o processo de aprendizagem, como uma rotina saudável para comer dormir e fazer as tarefas. Coisas que cabe aos pais organizar.

A psicanalista avalia que as famílias têm dificuldade em aceitar que os fatores são múltiplos e se relacionam. Para ela, receber a notícia de que o filho está para repetir de ano como uma surpresa é uma demonstração de que a criança não foi acompanhada pela escola e pelos pais como deveria ao longo do ano. A família deveria ter sido comunicada antes e colaborado para recuperar o aluno.

Se as dificuldades no aprendizado foram detectadas e trabalhadas por meses, a criança está mais preparada para entender que terá de refazer porque não conseguiu aprender o que era necessário. E os pais não vão ver o filho como um incompetente; estarão cientes e prontos a compreender as limitações da criança.

A presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia, Quézia Bombonatto, também disse que a criança precisa ser acompanhada e cobrada o ano inteiro, mas é comum a família ficar omissa e depois culpar a criança. “A criança nunca fracassa sozinha”, garante.

A psicopedagoga reforça que os pais precisam lidar com a frustração e a decepção de que o sonho não deu certo como eles desejaram. Só assim é possível focar a questão no desenvolvimento da criança, em vez de ficar rotulando e enfatizando o fracasso. Os pais precisam sair da posição de reprovados para ajudar o filho a superar. É preciso olhar para frente, saber que é necessária uma mudança de postura para que repetir o ano não seja fazer tudo de novo do mesmo jeito.

Segundo Quézia, as reprovações nas séries iniciais em grande parte estão relacionadas com uma imaturidade no desenvolvimento neurológico e cognitivo para absorver determinados conteúdos. Nestes casos, refazer o ano é uma boa oportunidade para melhorar o desempenho da criança. Ela também recomenda muito critério para recorrer às aulas particulares. Quando o aluno não teve compromisso com o estudo durante o ano todo, não vale a pena tentar salvar um ano em algumas semanas.

Thelma Torrecilha é jornalista, especialista em Comunicação Social e Educação

Dicas de segurança para os pais.

DICAS DE SEGURANÇA

Para os Pais

1 – Nos passeios manter-se atento e não descuidar das crianças;

2 – Procurar conversar todos os dias com os filhos, observar a roupa que vestem e se apresentam comportamento diferente;

3 – Procurar conhecer todos os amigos do seu filho, onde moram e com quem moram;

4 – Acompanhá-los a escola, na ida e na volta, e avisar o responsável da escola quem irá retirar a criança;

5 – Colocar na criança bilhetes ou cartões de identificação com nome da criança e dos pais, endereço e telefone, orientar a criança quanto ao uso do cartão telefônico, bem como fazer chamadas a cobrar para pelo menos três números de parentes, e avisá-los desta orientação;

6 – Não deixar as crianças com pessoas desconhecidas, nem que seja por um breve período de tempo, pois muitos casos de desaparecimento ocorrem nestas circunstâncias;

7 – Fazer o mais cedo o possível a carteira de identidade no Instituto de Identificação do Paraná;

8 – Manter em local seguro, trancado e distante do alcance das crianças arma de fogo, facas, qualquer objeto ou produto que possa colocar a vida delas ou outras pessoas em risco;

9 – Orientar as crianças a não se afastar dos pais e fiscalizá-las constantemente;

10- Ensiná-las a sempre que estiverem em dificuldade a procurar uma viatura policial, ou um policial fardado (PM ou Guarda Municipal), e pedir ajuda;

11- Evitar lugares com aglomeração de pessoas;

12- Perdendo a criança de vista, pedir imediatamente ajuda a populares para auxiliar nas buscas e avisar a polícia.

 

Meu filho desapareceu, o que devo fazer?

1 – Em primeiro lugar, manter a calma;

2 – Caso esteja sozinho, peça auxilio para que acionem imediatamente a policia. Não existe prazo para comunicar o desaparecimento, faça-o imediatamente;

3 – Manter alguém no local onde a criança foi vista pela última vez, pois ele poderá retornar ao local;

4 – Deixar alguém no telefone indicado no cartão de identificação da criança, até para centralizar informações;

5 – Avisar amigos e parentes, o mais rápido possível, principalmente os de endereço conhecido da criança, para onde ela possa se dirigir;

6 – Percorrer os locais de preferência da criança;

7 – Ter sempre a mão foto da criança;

8 – Ter sempre em mente a vestimenta da criança para descrevê-la, procurando vesti-la com roupas detalhadas, de fácil visualização e identificação (cores berrantes, desenhos, etc…).


Motivos

1 – Castigos excessivos e exagerados, desproporcionais ao fato. Ex: a criança comete uma pequena falta e leva uma surra;

2 – Repressão excessiva, excesso de controle;

3 – Desleixo dos pais, a criança sente-se rejeitada e desprezada e foge para chamar a atenção;

4 – Muitas das fugas do lar têm por motivos o mau desempenho escolar, as responsabilidades domésticas que são atribuídas a elas e até mesmo pequenos ofícios, como venda de doces e salgados;

5- O espírito aventureiro também é um dos grandes responsáveis pela fuga de crianças. Nunca elogie demais seus filhos, afirmando que eles são bastante espertos, pois isto lhes proporciona uma falsa sensação de segurança e auto-afirmação;

6 – Fique atento à mudança de comportamento de seu filho, pois isto pode indicar que o mesmo poderá fugir de casa;

7 – Uma boa conversa com seu filho, pode livrar você de momentos de angústia e desespero.

Fonte:  http://www.sicride.pr.gov.br/

 

 

 

 

 

Tapa educa?

Só tapa não educa, só grito não educa, só castigo não educa.

O que educa é atitude. É falar e fazer, cobrar com coerência, estabelecer regras e limites, conversar e principalmente participar da vida dos filhos.

Criança dá trabalho, muito trabalho. Quase sempre prazeiroso, porém às vezes cansativo. Após um dia de trabalho,
não é fácil chegar em casa e dar atenção à família. O que se quer é deitar e descansar, se ocupar das próprias coisas. Nao dá. Filho não se deixa para depois, guardadinho num canto esperando a boa vontade dos pais. A exigência dele é urgente e imediata, ou, instala-se o caos.

Todo tempo e cansaço dispendidos nos primeiros anos de vida trazem ótimos frutos no futuro. Não há como reparar o tempo perdido na infância, há que se “gastá-lo” na época certa. Vale a pena. Sentar com as crianças para brincar, jogar, auxiliar na lição. Convidar os amigos para sua casa, conhecê-los e também aos seus pais, solicitar ajuda nos afazeres de casa, cozinhar, lavar, arrumar. Estabelecer tarefas a serem cumpridas e cobrar sua execução no tempo combinado. Essas são maneiras de crescer e aprender com seu filho.

O adulto quando chega no estágio do tapa demonstra que chegou ao seu limite de resistência, paciência ou o que for. Quem estuda o comportamento da criança sabe que ela está exatamente testando os limites e que vai avançando nos níveis de provocação mesmo após a agressão, principalmente a leve. E o tapa, supostamente, é a forma que o adulto tem para demonstrar sua “força”.

Portanto, o quanto mais protelar o uso da força, seja física ou psicológica, mais autoridade e disciplina se consegue estabelecer. A disciplina é essencial à educação. E, para haver disciplina, é necessária a presença de uma autoridade saudável. O segredo que difere o autoritarismo do comportamento autoritário adotado para que a outra pessoa (no caso, filhos ou alunos) torne-se mais educada ou disciplinada é o respeito à auto-estima.

É claro que quando falo de “tapa” ou “grito” não me refiro absolutamente a violência que sofrem muitas crianças e jovens, mas sim, ao nosso dia-a-dia, nossos conflitos internos do que é certo ou errado na educação familiar.

Deixo aqui um pensamento do Içami Tiba para reflexão: “Tapa de mãe que o filho sabe merecer nunca machuca. Tapa de mãe que o filho sabe merecer e não vem, deseduca.”

Elaine Esmanhotto Bareta                                                                                                                  Psicopedagoga

 

 

O pedido de uma criança a seus pais.

Clique no texto acima para assistir a apresentação.↑

Pais maus.

Vale a pena refletir sobre aonde queremos chegar com a educação de nossos filhos.