Educação, Dengue, Chikungunya e Zika

Prevenção DENGUE

Qual a relação?

Por mais óbvio que pareça, a “falta de educação” da população cria problemas onde  a ação das equipes da prefeitura e do governo tem dificuldade de atuar. É praticamente impossível vigiar cada quintal, cada jardim, cada terreno, cada piscina, cada vaso de uma rua, bairro ou cidade.

Cada um de nós, só cuidando da SUA vida, e provavelmente essas “pragas” não existiriam. Mas, e se o poder público investisse mais em campanhas resolveria o problema? Ora pois! Campanha para que sejamos mais “limpos”? Não estamos já há mais de 500 anos do descobrimento, em tempos de alta tecnologia, num país onde mais de 50% das casas tem acesso à internet, que está na 5ª posição entre os que mais usam celular no mundo? E ainda não conseguimos caminhar e morar sem deixar rastro?

A Dengue é velha conhecida. Está presente há muitos verões e, ao invés de regredir, progride a cada ano. Vamos permitir que se prolifere ainda mais?

tabela_DengueZikaChikungunya

EDUCAÇÃO QUE VEM DE BERÇO

BERÇO

Há alguns anos, os berços existiam apenas nas residências, num quarto próprio ou no quarto dos pais, e ali já começavam os cuidados e a educação com os filhos. Desde o asseio até a preocupação com a segurança, os limites, os horários de comer, brincar e descansar eram responsabilidade dos responsáveis, que permaneciam 24h, todos os dias da semana com os bebês e as crianças, dividindo por vezes com algum vizinho ou parente próximo.

Com a modernidade e o fato dos pais/avós trabalharem cada vez mais tempo fora de casa, surgem com força total as escolinhas, creches, CMEI’s que passam a receber as crianças, desde a mais tenra idade e participar da educação dos mesmos. Sim! Educação vem de casa! Mas e quando o pequeno cidadão passa 9, 10 horas por dia, 5 dias por semana fora? A “creche” passa a incorporar um conjunto de responsabilidades que não eram vistas tipicamente como dela, mas que, se não estiverem garantidas, podem inviabilizar o trabalho pedagógico.

Por exemplo, se maioria das refeições semanais são feitas lá, como não “orientar” as crianças a se portar à mesa, mastigar direito, usar os talheres e o guardanapo? Essa e tantas outras situações do cotidiano precisam de orientação constante do adulto responsável naquele momento, seja ele pai, mãe, avó, professor… Portanto, cada vez mais, e mais cedo, a PARCERIA com a família é fundamental para o bom desenvolvimento dos nossos filhos!

Vamos passear?

Além de tudo que oferecemos aos nossos filhos, escola, livros, prática de esportes, cursos de inglês e de música, precisamos nos preocupar em colocá-los em contato com novos espaços e atividades culturais que ampliem sua visão de mundo

visita-cultural_articleconsumption

. Idas ao cinema, teatro, museus podem e devem fazer parte dos momentos de lazer em família, principalmente em n

Os pequenos precisam habituam-se desde cedo  com a diversidade cultural existente nos lugares onde vivem aprendem a apreciar o novo e também a respeitar o diferente!ossa cidade onde temos diversas ofertas gratuitas e de boa qualidade.

É possível mudar o BRASIL?

Educação para não jogar lixo na rua e entupir os bueiros, poluir os rios;

Educação para prevenir e não apenas curar;

Educação para ser cidadão;

Cidadania para não vender o voto;

Cidadania para saber escolher quem nos representa;

Cidadania para cobrar os investimentos necessários na educação, saúde, infraestrutura!

11 conselhos para os pais


1.
A educação não pode ser delegada à escola. Aluno é transitório. Filho é para sempre.

2. O quarto não é lugar para fazer criança cumprir castigo. Não se pode castigar com internet, som, tv, etc…

3. A autoridade deve ser compartilhada entre os pais. Ambos devem mandar. Não podem sucumbir aos desejos da criança. A criança não pode alterar as regras da casa. A mãe NÃO PODE interferir nas regras ditadas pelo pai (e nas punições também) e vice-versa. Se o pai determinar que não haverá um passeio, a mãe não pode interferir. Tem que respeitar sob pena de criar um delinquente.

4. Em casa que tem comida, criança não morre de fome . Se ela quiser comer, saberá a hora. E é o adulto quem tem que dizer QUAL É A HORA de se comer e o que comer.

5. É preciso transmitir aos filhos a idéia de que temos de produzir o máximo que podemos. Isto porque na vida não podemos aceitar a média exigida pelo colégio: não podemos dar 70% de nós, ou seja, não podemos tirar 7,0.

6. Se os pai ficarem nervosos porque o filho aprontou alguma coisa, não devem alterar a voz. Devem dizer que estão nervosos e, por isso, não querem discussão até ficarem calmos. A calmaria, devem os pai dizer, virá em 2, 3, 4 dias. Enquanto isso, o videogame, as saídas, a balada, ficarão suspensas, até eles se acalmarem e aplicarem o devido castigo.

7. Se o filho não aprendeu ganhando, tem que aprender perdendo.

8. Não pode prometer presente pelo sucesso que é sua obrigação. Tirar nota boa é obrigação. Não xingar avós é obrigação. Ser polido é obrigação. Passar no vestibular é obrigação.

9. Se os pais engolirem sapos do filho, ele pensará que a sociedade terá que engolir também.

10. Video games são um perigo: os pais têm que explicar como é a realidade, mostrar que na vida real não existem ‘vidas’, e sim uma única vida. Não dá para morrer e reviver. Não dá para apostar tudo, apertar o botão e zerar a dívida.

11. Dinheiro ‘a rodo’ para o filho é prejudicial. Mesmo que os pais o tenham, precisam controlar e ensinar a gastar.

 

Içami Tiba

Por que investir em educação?

Cinco motivos para o Brasil destinar mais recursos e esforços a essa área

Investir em educação provoca uma espécie de efeito dominó às avessas. Em vez de derrubar, alavanca uma série de setores, como o consumo, a saúde, a habitação, a segurança e por aí vai. Pessoas mais bem instruídas têm empregos melhores, salários maiores e, conseqüentemente, um poder de compra maior. Uma população com mais anos de estudo tende a cuidar melhor da saúde e a cometer menos crimes. Muitos especialistas em educação alertam que a relação entre a evolução na qualidade de ensino e a melhora nos índices sociais e econômicos não é tão direta e previsível, mas certamente é consenso entre economistas e educadores que educação de qualidade para todos é condição essencial para o desenvolvimento do país. Confira a seguir cinco motivos para o Brasil apostar dinheiro, tempo e esforços nessa área.
Educação implica em crescimento. Estados Unidos, Japão, Canadá e Coréia do Sul, por exemplo, têm em comum, além da força econômica e da melhor distribuição de renda, o investimento pesado na instrução de seus cidadãos. Segundo um levantamento do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA), cada ano de estudo representa um acréscimo de 16% no rendimento mensal. Se a pessoa chega então a completar um curso superior, ela recebe, em média, salário 168% maior em comparação com os ganhos de quem não foi além do ensino médio, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

2. O Brasil está ficando para trás em relação a outros países
Nas nações desenvolvidas, em média sessenta de cada cem habitantes chegam à universidade. Nos Estados Unidos a taxa de matrícula no ensino superior é ainda maior, de 90%. O índice brasileiro (20%) equivale à metade dos índices de Chile, Venezuela e Uruguai. Ou seja: se antes estávamos em desvantagem em relação aos países mais ricos, fomos ultrapassados também pelas nações menos desenvolvidas. Investir, no caso dos países que têm a educação como meta, não é apenas uma questão de volume de dinheiro, mas principalmente de foco na qualidade do ensino, sua fiscalização e divulgação como valor. Em 2000, por exemplo, o mau desempenho da Alemanha na prova do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), aplicada em 32 países, foi tratada como um escândalo pela imprensa do país. A Alemanha ficou em último lugar no teste, ao lado do Brasil. Enquanto nós não tomamos nenhuma providência, os germânicos reagiram e assinaram programas de intercâmbio de seus professores com a Finlândia – que ficou em primeiro lugar. Resultado: Na edição do Pisa seguinte, a Alemanha aparecia na 20ª posição numa lista de 41 nações.

3. Falta gente qualificada no mercado de trabalho
O reflexo da falta de formação da população já se faz sentir nas empresas. Há cerca de dois anos o país vem crescendo a um ritmo mais acelerado – passou de 2,5% ao ano para cerca de 4% -, mas o desemprego, que deveria ter diminuído, em alguns setores se agravou, entre eles o da construção civil. A explicação é simples. Embora novos postos de trabalho tenham surgido, não há profissionais suficientemente qualificados para ocupá-los. Considerando-se os avanços tecnológicos cada vez mais acelerados, o cenário futuro deverá ser ainda mais exigente.
Nota: Em nenhum país do mundo 100% dos jovens chega na universidade e isso nem é preciso. Agora, pessoas qualificadas e educadas sim são imprescindíveis. A sociedade precisa de bons pedreiro, açougueiros, enfermeiros, que podem ser capacitados no nivel médio e não precisam ter seus salários tão aquém dos profissionais de nível superior. É a estrutura social que precisa avançar, ser mais igualitária. Elaine Esmanhotto Bareta

4. Investimentos privados pautam ações de prefeitos e secretários municipais
Dos 65 bilhões de reais que o Brasil investe por ano em ensino, apenas 1,5 bilhão são provenientes da iniciativa privada. O número pode parecer pequeno se comparado ao todo, mas custear a educação da população, em qualquer país, sempre foi responsabilidade do governo. Essa participação dos empresários é importante não só do ponto de vista financeiro mas, também, por colocar determinados projetos na vitrine.

5. A baixa qualidade da educação estimula a evasão escolar
Prova de que a qualidade da educação brasileira é baixa, o Indicador de Alfabetismo Funcional (INAF), calculado pelo Instituto Paulo Montenegro, demonstra que quase um terço da população não consegue ler e compreender textos simples. O ensino fundamental já atende 97% das crianças brasileiras, mas o índice cai para 45,3% no ensino médio. “O acesso à educação cresceu nos últimos 10 anos, mas sua qualidade, paradoxalmente, caiu”, afirma o economista Marcelo Neri, diretor do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro. O índice de repetência na primeira série de alunos da rede pública é de 32%. Dois terços dos estudantes de 14 anos estão abaixo da 8ª série, isto é, atrasados. Os maus resultados, claro, desestimulam muitos a seguir em frente.
Educar

 

Sala Mundo

Mudar a educação é mudar o mundo ao seu redor. Faça parte disso.

Curitiba, Capital Brasileira da Educação

Curitiba foi a sede do Sala Mundo – Encontro Internacional de Educação. E não poderia ser em outro lugar. Curitiba é a capital três vezes líder no IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), com o melhor Índice em Desenvolvimento Social, exemplo de gestão da educação pública, polo editorial em educação e sede do maior grupo educacional do país. Motivos que, por si só, já a fazem ser a capital brasileira da educação.

http://www.salamundo.com.br