Se importe!

Meta a colher

Tem um dito popular que diz: “em briga de marido e mulher, não se mete a colher”. Comigo não funciona. Precisamos meter a colher sim. Não só nas brigas entre marido e mulher, para que não ocorra violência física, mas também, meter nossa colher na saúde, na educação, na política. Muitas das situações terríveis que estão acontecendo ao nosso redor são fruto da nossa imobilidade. Vamos nos importar. Vamos mostrar que o BEM é maior e que juntos somos mais fortes! Olhe de verdade para o lado, para o outro. Tome partido, se posicione, argumente, só não se neutralize. VOCÊ é a pessoa que a sociedade precisa!

Altas Habilidades/Superdotação. Você sabe o que é?

 

mediação da aprendizagemDe acordo com o MEC, estudantes com Altas Habilidades/Superdotação pertencem ao público alvo da Educação Especial. Isto significa que este público tem direito ao Atendimento Educacional Especializado, ou seja, direito de serem atendidos em suas necessidades, com professor especializado, em ambiente que favoreça o seu enriquecimento curricular.

Muitos ainda defendem o conceito de que, para ser considerada superdotada, a pessoa deve possuir um elevado QI – Quociente de Inteligência – medido por testes psicológicos. Este índice pode ser considerado sim, porém ele só não basta. Os chamados superdotados são aqueles que se sobressaem significativamente em uma ou mais áreas. Atletas de destaque, por exemplo, podem ser considerados superdotados, assim como grandes artistas, pintores, escultores e também músicos brilhantes. Normalmente as altas habilidades em uma ou mais áreas começam a aparecer muito cedo. Não é raro encontrarmos crianças que se alfabetizaram muito precocemente e escrevem livros com 4 ou 5 anos de idade. Vemos também crianças e adolescentes com uma alta capacidade para cálculos complexos, construção de equipamentos, que aprendem com enorme facilidade vários idiomas, ou que se comunicam oralmente com uma desenvoltura, argumentação e linguagem sofisticada que nos surpreende.

Por isso, ao avaliar uma criança ou jovem com suspeita de altas habilidades/superdotação, o profissional, normalmente da Psicologia ou Pedagogia, precisa observar muito atentamente e considerar o funcionamento e potencial do indivíduo, pois, apesar de muito desenvolvidos em algumas áreas, pode apresentar dificuldades em outras e por isso devem receber adequados encaminhamentos. Na escola podem apresentar contratempos em algumas disciplinas, bem como dificuldades em se relacionar com colegas e professores, desafiando-os. Ao professor cabe a tarefa, nem sempre fácil, de propor tarefas e desafios que complementem sua formação.

Em ambientes sociais, inclusive em família, podem demonstrar grande insatisfação com regras e tarefas do cotidiano. Geralmente não suportam injustiças e questionam fatos, sem aceitar qualquer resposta. Para a família a orientação é que evite cobranças além do que seus filhos podem oferecer, pois ser superdotado não é ser bom em tudo. Também são indicadas atividades além da escola que os desperte para pesquisa e projetos, contemplando seus interesses. Em alguns casos são indicados acompanhamentos Psicológico e Psicopedagógico, para auxiliá-los com as suas adversidades. Em Curitiba são ofertados atendimentos em Salas de Recursos nos Centros Municipais de Atendimento Especializado. As escolas que possuem estudantes com Altas Habilidades desenvolvem um planejamento adequado às suas necessidades.

 

Texto de Gislaine Coimbra Budel

Mestre em Educação, Professora, Psicopedagoga, Especialista em Intervenção Cognitiva e Aprendizagem Mediada, Diretora de Centro Especializado da Prefeitura Municipal de Curitiba. Autora do Livro “Mediação da Aprendizagem na Educação Especial”, em parceria com Marcos Meier

Importante: H1N1

vacina h1n1Como o assunto em maior evidência do momento é a vacina contra gripe, nada melhor do que reforçar o apelo de que todos os grupos prioritários se vacinem. Apesar da campanha Nacional iniciar só dia 30, em Curitiba já estão a disposição nas 109 unidades de saúde, menos nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA). As vacinas serão distribuídas até o dia 20 de maio e são destinadas a crianças de seis meses a 5 anos incompletos, portadores de doenças crônicas, pessoas com 60 anos ou mais, trabalhadores de saúde, povos indígenas, gestantes, mulheres que tiveram bebês há no máximo 45 dias.

A vacina utilizada durante a campanha é a trivalente, que imuniza contra os vírus três tipos do vírus influenza (AH1N1, AH3 e B). No entanto, há outros vírus que também podem provocar doenças respiratórias e não existe vacina eles, portanto, além da vacina, a melhor forma de se proteger da gripe é ter hábitos saudáveis. Manter os ambientes arejados e higienizar as mãos, sempre que possível, são algumas medidas que devem ser incorporadas ao dia a dia das pessoas.H1N1

Ser professor: uma escolha de poucos

Eu professorNão são minhas as palavras desse texto, mas, retratam com números o que eu sempre falo!

Nos últimos anos, tornou-se comum a noção de que cada vez menos jovens querem ser professores. Faltava dimensionar com mais clareza a extensão do problema. Um estudo encomendado pela Fundação Victor Civita (FVC) à Fundação Carlos Chagas (FCC) traz dados concretos e preocupantes: apenas 2% dos estudantes do Ensino Médio têm como primeira opção no vestibular graduações diretamente relacionadas à atuação em sala de aula – Pedagogia ou alguma licenciatura.

A pesquisa, que ouviu 1.501 alunos de 3º ano em 18 escolas públicas e privadas de oito cidades, tem patrocínio da Abril Educação, do Instituto Unibanco e do Itaú BBA e contou ainda com grupos de discussão para entender as razões da baixa atratividade da carreira docente. Apesar de reconhecerem a importância do professor, os jovens pesquisados afirmam que a profissão é desvalorizada socialmente, mal remunerada e com rotina desgastante (leia as frases em destaque).

“Se por acaso você comenta com alguém que vai ser professor, muitas vezes a pessoa diz algo do tipo: ‘Que pena, meus pêsames!’”
Thaís*, aluna de escola particular em Manaus, AM

“Se eu quisesse ser professor, minha família não ia aceitar, pois investiu em mim. É uma profissão que não dá futuro.”
André*, aluno de escola particular em Campo Grande, MS

* Os nomes dos alunos entrevistados foram alterados para preservar a confidencialidade da pesquisa

O Brasil já experimenta as consequências do baixo interesse pela docência. Segundo estimativa do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), apenas no Ensino Médio e nas séries finais do Ensino Fundamental o déficit de professores com formação adequada à área que lecionam chega a 710 mil (leia o gráfico ao lado). E não se trata de falta de vagas. “A queda de procura tem sido imensa. Entre 2001 e 2006, houve o crescimento de 65% no número de cursos de licenciatura. As matrículas, porém, se expandiram apenas 39%”, afirma Bernardete Gatti, pesquisadora da Fundação Carlos Chagas e supervisora do estudo. De acordo com dados do Censo da Educação Superior de 2009, o índice de vagas ociosas chega a 55% do total oferecido em cursos de Pedagogia e de formação de professores.


Faltam bons candidatos
A baixa procura contrasta com a falta de docentes com formação adequada

Ilustração: Mario Kanno

Fontes: Inep e Censo da Educação Superior (2004 e 2008)


Um terço dos jovens pensou em ser professor, mas desistiu

Ilustração: Mario Kanno
Ilustrações: Mario Kanno

O estudo indica ainda que a docência não é abandonada logo de cara no processo de escolha profissional. No total, 32% dos estudantes entrevistados cogitaram ser professores em algum momento da decisão. Mas, afastados por fatores como a baixa remuneração (citado nas respostas por 40% dos que consideraram a carreira), a desvalorização social da profissão e o desinteresse e o desrespeito dos alunos (ambos mencionados por 17%), acabaram priorizando outras graduações. O resultado é que, enquanto Medicina e Engenharia lideram as listas de cursos mais procurados, os relativos à Educação aparecem bem abaixo.

Um recorte pelo tipo de instituição dá mais nitidez a outra face da questão: o tipo de aluno atraído para a docência. Nas escolas públicas, a Pedagogia aparece no 16º lugar das preferências. Nas particulares, apenas no 36º. A diferença também é grande quando se consideram alguns cursos de disciplinas da Escola Básica. Educação Física, por exemplo, surge em 5º nas públicas e 17º nas particulares. “Essas informações evidenciam que a profissão tende a ser procurada por jovens da rede pública de ensino, que em geral pertencem a nichos sociais menos favorecidos”, afirma Bernardete. De fato, entre os entrevistados que optaram pela docência, 87% são da escola pública. E a grande maioria (77%), mulheres.

O perfil é bastante semelhante ao dos atuais estudantes de Pedagogia. De acordo com o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) de Pedagogia, 80% dos alunos cursaram o Ensino Médio em escola pública e 92% são mulheres. Além disso, metade vem de famílias cujos pais têm no máximo a 4ª série, 75% trabalham durante a faculdade e 45% declararam conhecimento praticamente nulo de inglês. E o mais alarmante: segundo estudo da consultora Paula Louzano, 30% dos futuros professores são recrutados entre os alunos com piores notas no Ensino Médio. O panorama desanimador é resumido por Cláudia*, aluna de escola pública em Feira de Santana, a 119 quilômetros de Salvador: “Hoje em dia, quase ninguém sonha em ser professor. Nossos pais não querem que sejamos professores, mas querem que existam bons professores. Assim, fica difícil”.

POR · ABRIL 20, 2016

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/

Para quem realmente quer mudança!

título de eleitorVocê que realmente quer mudança fique atento aos prazos e divulgue a  importância do Título de Eleitor!

Para que eu preciso de meu Título de Eleitor?

O Título, juntamente com os comprovantes de votação, é exigido pelo empregador no momento de sua contratação e, após cada eleição, para comprovar a quitação eleitoral. O Título será exigido, também, para tirar ou renovar o passaporte, para recadastramento de contribuintes isentos junto à Receita Federal, para matrícula nos colégios e faculdades, para a venda de imóveis, para pleitear financiamento habitacional, para posse em cargo público, entre outras circunstâncias.

Existe data limite para requerer a inscrição eleitoral?

Para aqueles que atendam a condição exigida (idade), a inscrição poderá ser requerida a qualquer tempo. Em ano eleitoral o prazo para inscrição ou transferência de eleitores termina 150 dias antes da eleição. Em 2016 o prazo termina em 04 de maio e será reaberto no início de novembro, após as eleições.

Quem é obrigado a votar?

Os alfabetizados maiores de 18 (dezoito) e menores de 70 (setenta) anos são, por lei, obrigados a votar.

Quando o voto não é obrigatório?

O voto, assim como o alistamento eleitoral, é facultativo para pessoas analfabetas, menores entre 16 (dezesseis) e 18 (dezoito) anos e maiores de 70 (setenta) anos.

O eleitor entre 16 e 18 anos é obrigado a votar?

Não. O voto é facultativo até o dia em que o eleitor completar 18 (dezoito) anos, quando passa a ser obrigatório.

E se eu não puder comparecer às urnas no dia da eleição?

Se você estiver fora de sua cidade, justifique sua ausência – no dia da eleição – em qualquer local de votação. Se você estiver enfermo, ou tiver outro impedimento, deve procurar um cartório eleitoral para fazer a justificativa até 60 dias depois das eleições.

Estrangeiros têm direito ao voto?

Não. O voto é privativo das pessoas com nacionalidade brasileira, originária (nato) ou adquirida (naturalizado). A única exceção diz respeito aos portugueses optantes pelo Tratado de Cooperação, Amizade e Consulta entre a República Federativa do Brasil e a República de Portugal (antigo Estatuto de Igualdade).

Onde eu faço meu Título de Eleitor?

Seu título deve ser emitido na cidade em que você mora, na Central de Atendimento ao Eleitor ou no Cartório Eleitoral. Caso não haja um Cartório Eleitoral em seu município, informe-se qual é o município responsável pelas eleições em sua cidade e compareça ao Cartório Eleitoral de lá. Em Curitiba, a Central de Atendimento ao Eleitor funciona na Rua João Parolin, 55 – Prado Velho. Telefones: 3330-8673 e 3330-8674. Para saber o endereço dos cartórios eleitorais do Estado, ligue para (41) 3330.8500.

Que documentos eu preciso levar?

Depende do caso, veja abaixo:

– Vou fazer meu primeiro Título:

  • Documento oficial e original que contenha nome completo, data de nascimento, filiação e cidade onde nasceu (Identidade, Certidão de Nascimento ou Casamento, Reservista e Carteira de Trabalho). Não serão aceitos a carteira de habilitação e o passaporte.
  • Comprovante de residência original, atual e recente, no município em seu próprio nome, ou de seus pais, ou cônjuge. Não são aceitas correspondências particulares.
  • Quitação do serviço militar (para os homens), se o eleitor completar 18 anos no ano do alistamento eleitoral, até o último dia do ano em que completar 45 anos de idade.

– Vou transferir meu Título de Eleitor de outra cidade :

  • Documento oficial e original que contenha nome completo, data de nascimento, filiação e cidade onde nasceu (Identidade, Certidão de Nascimento ou Casamento, Reservista e Carteira de Trabalho). Não serão aceitos o passaporte e a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) para o primeiro Título.
  • Comprovante de residência original, no município, em seu próprio nome, ou de seus pais, ou cônjuge, que comprove três meses de residência. A data do documento não poderá ser superior a um ano. Não são aceitas correspondências particulares.
  • Título de Eleitor, se ainda possuir.
  • Prazo de pelo menos um ano da última movimentação

– Vou transferir meu Título de Eleitor dentro da mesma cidade:

  • Documento oficial e original que contenha nome completo, data de nascimento, filiação e cidade onde nasceu (Identidade, Certidão de Nascimento ou Casamento, Reservista e Carteira de Trabalho). Comprovante de residência no Município, em seu próprio nome, ou de seus pais, ou cônjuge. Não são aceitas correspondências particulares.
  • Título de Eleitor, se ainda possuir.

– Vou fazer uma revisão de meu Título de Eleitor (vou alterar meus dados, mas continuarei votando no mesmo local):

  • Documento oficial e original que contenha nome completo, data de nascimento, filiação (Identidade, Certidão de Nascimento ou Casamento, Reservista e Carteira de Trabalho) e a informação que deseja alterar. Comprovante de residência no Município, em seu próprio nome, ou de seus pais, ou cônjuge. Não são aceitas correspondências particulares.
  • Título de Eleitor, se ainda possuir.

– Vou tirar uma segunda via de meu Título de Eleitor :

  • Documento oficial e original que contenha nome completo, data de nascimento, filiação e cidade onde nasceu (Identidade, Certidão de Nascimento ou Casamento, Reservista,Carteira de Trabalho).

Quanto eu pago?

A emissão do Título de Eleitor, quer seja primeira vez, segunda via, transferência ou revisão, é gratuita desde que o eleitor esteja em dia com suas obrigações eleitorais.

Quanto tempo demora?

A emissão do Título de Eleitor dá-se poucos minutos após sua solicitação.

Qual o prazo para eu requerer a transferência do Título de Eleitor?

A transferência poderá ser requerida até 150 dias antes da eleição, devendo-se atender às exigências do transcurso de pelo menos 01 (um) ano da inscrição anterior e residência mínima de 03 (três) meses no novo domicílio. Em 2016, o prazo termina em 04 de maio e reabrirá após as eleições.

E para requerer a revisão do Título de Eleitor?

A revisão dos dados cadastrais poderá ser requerida até 150 dias antes da eleição. Em 2016, o prazo termina dia 04 de maio e reabrirá após as eleições.

E para requerer a segunda via do Título de Eleitor?

A segunda via do Título poderá ser requerida ao Juiz Eleitoral até 10 dias antes da Eleição.

Quando eu preciso pagar multa?

A multa será cobrada quando você solicitar seu primeiro Título de Eleitor após ter completado 19 (dezenove) anos ou quando não tiver votado nem justificado em alguma eleição.

Quem perdeu o título de eleitor pode votar?

Sim. O eleitor com cadastro regular poderá votar com documento oficial de identidade com fotografia como: carteira de identidade (RG), carteira de trabalho, passaporte, carteira de motorista e de reservista. Porém, o eleitor deverá saber qual é o seu local de votação, informação que poderá ser obtida através do telefone 41 3330 8673. O eleitor, se desejar, poderá requerer uma segunda via do título até 10 (dez) dias antes da eleição.

Eu já fiz Título de Eleitor em outra cidade, mas me mudei. Devo fazer outro Título?

Não. O Título de Eleitor é um documento único. Você deve transferi-lo para sua cidade, se houver transcorrido no mínimo um (01) ano de sua inscrição e estiver domiciliano há mais de 03 (três) meses nesse novo município.

Eu me mudei recentemente, posso transferir meu Título de Eleitor?

Sim, a única exigência é que você possua ao menos 03 (três) meses de domicílio na localidade para a qual deseja transferir. Não se esqueça que você deve comparecer ao Cartório Eleitoral da cidade para a qual deseja transferir seu Título, dentro do prazo legal (150 dias antes da eleição). Em 2016, o prazo termina dia 04 de maio.

Quando um Título pode ser cancelado?

Um Título de eleitor será cancelado por:

  • óbito do eleitor;
  • duplicidade de títulos;
  • perda dos direitos políticos;
  • deixar de votar em 03 (três) eleições consecutivas;
  • se o Município onde o eleitor vota for submetido ao processo de revisão do eleitorado e o eleitor não comparecer ao seu Cartório Eleitoral para a revisão;

O que acontece se meu Título for cancelado?

Se o eleitor tiver seu título cancelado, ele sofrerá alguns impedimentos, tais como:

a) inscrever-se em concurso publico;
b) receber vencimentos, remuneração, salário ou proventos, se for servidor ou funcionário público;
c) participar de concorrência pública;
d) obter empréstimo, desde que não se trate de instituição bancária privada;
e) obter Passaporte, Carteira de identidade e CPF;
f) matricular-se em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo;
g) praticar qualquer ato para o qual se exija quitação do serviço militar ou imposto de renda.

Resido no Exterior. Estou isento do voto?

O brasileiro residente no exterior, tem a obrigação de votar nas eleições presidenciais e, para tanto deverá procurar o Consulado ou Embaixada nos meses de janeiro a abril em anos de eleições presidenciais e requerer a sua inscrição (se nunca fez o título) ou transferência do título.

O Cartório da Zona Eleitoral do exterior, localizado em Brasília – DF, é o responsável para efetuar o atendimento aos eleitores no exterior.

As informações são disponibilizadas no site do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal:

(http://www.tre-df.jus.br/eleitor/eleitor-no-exterior/informacoes-ao-eleitor-no-exterior)

Resido no Exterior e meu Título está cancelado. Como devo proceder para regularizar minha situação?

A 1ª Zona Eleitoral do Distrito Federal é que possui competência para a regularização dos títulos de brasileiros que residem no exterior. Os procedimentos para a regularização estão contidos no site do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal www.tre-df.jus.br (opção “Eleições no Exterior” – Manuais – Procedimentos ).

Continua com Dúvidas?

Envie sua pergunta para: ascom@tre-pr.jus.br
Fonte: Informações fornecidas pela Coordenadoria de Comunicação Social (TRE/PR).

Educação, Dengue, Chikungunya e Zika

Prevenção DENGUE

Qual a relação?

Por mais óbvio que pareça, a “falta de educação” da população cria problemas onde  a ação das equipes da prefeitura e do governo tem dificuldade de atuar. É praticamente impossível vigiar cada quintal, cada jardim, cada terreno, cada piscina, cada vaso de uma rua, bairro ou cidade.

Cada um de nós, só cuidando da SUA vida, e provavelmente essas “pragas” não existiriam. Mas, e se o poder público investisse mais em campanhas resolveria o problema? Ora pois! Campanha para que sejamos mais “limpos”? Não estamos já há mais de 500 anos do descobrimento, em tempos de alta tecnologia, num país onde mais de 50% das casas tem acesso à internet, que está na 5ª posição entre os que mais usam celular no mundo? E ainda não conseguimos caminhar e morar sem deixar rastro?

A Dengue é velha conhecida. Está presente há muitos verões e, ao invés de regredir, progride a cada ano. Vamos permitir que se prolifere ainda mais?

tabela_DengueZikaChikungunya

Na cama dos pais

Na cama dos pais

A cama dos pais tem um íman e cá para mim (ninguém me convence do contrário) tem uma magia soporífera, um misterioso pó de amor impregnado nas almofadas, que faz com que os filhos adormeçam imediatamente e que o pior dos pesadelos, o mais trepidante terror noturno, fuja a sete pés.

Na cama dos pais, o último refúgio dos medos, a paz é absoluta e total.

Ali chegam, levados por pais extenuados e vencidos, ou pelo seu próprio pé, transpirados e assustados, passarinhos a voar de noite aos encontrões pelos corredores da casa, até chegarem ao lugar dos lugares. Dois colos com lençóis macios e o cheiro dos progenitores. Caem que nem tordos a dormir, apaziguados.

Os pais fingem que se importam, na manhã seguinte: «lá foste tu para a nossa cama! Quando é que aprendes a ultrapassar os medos e a dormir sozinho? Tens de crescer!», mas nem olham muito nos olhos dos filhos quando dizem estas coisas, com medo de que eles descubram que naquele breve regresso ao ninho, ao berço inicial, os pais se enchem de amor e ternura e também eles se confortam nas suas inquietações.

Um pescoço morno. Uma mãozinha gorducha no nosso cabelo. Um pé de regresso à costela da mãe. A respiração tranquila na fronha partilhada.

O desejo secreto de que o ninho fique assim para sempre. E que a manhã demore muito a chegar.

Que o misterioso pó de amor das almofadas preserve para sempre estas excursões noturnas de mimo que não são mais do que um inteligente prenúncio, de uma saudade imensa, dos melhores dias desta vida.

Por Rita Ferro Rodrigues

O melhor de Alice no País das Maravilhas, Lewis Carroll

“Meu Deus, meu Deus! Como tudo é esquisito hoje! E ontem tudo era exatamente como de costume. Será que fui eu que mudei à noite? Deixe-me pensar: eu a mesma quando me levantei hoje de manhã? Estou quase achando que posso me lembrar de me sentir um pouco diferente. Mas se eu não sou a mesma…” alice-disney

 

“Continuou sentada, de olhos fechados, e meio que acreditou estar no País das Maravilhas, embora soubesse que bastava abrir os olhos para que tudo se transformasse na realidade monótona… “

 

“Quem é você?”, disse a Lagarta.
Não era um começo de conversa muito estimulante. Alice respondeu um pouco tímida: “Eu… eu… no momento não sei, minha senhora… pelo menos sei quem eu era quando me levantei hoje de manhã, mas acho que devo ter mudado várias vezes desde então”.
“O que você quer dizer?”, disse a Lagarta ríspida. “Explique-se!”
“Acho que infelizmente não posso me explicar, minha senhora”, disse Alice, “porque já não sou eu, entende?”
“Não entendo”, disse a Lagarta.
“Receio não poder me expressar mais claramente”, respondeu Alice muito polida, “pois, para começo de conversa, não entendo a mim mesma. Ter muitos tamanhos num mesmo dia é muito confuso.” 

 

“Gatinho de Cheshire” começou um pouco tímida, pois não sabia se ele gostaria do nome, mas ele abriu ainda mais o sorriso. “Vamos, parece ter gostado até agora”, pensou Alice, e continuou: “Poderia me dizer, por favor, que caminho devo tomar para sair daqui?”
“Isso depende bastante de onde você quer chegar”, disse o Gato.
“O lugar não importa muito…”, disse Alice.
“Então não importa o caminho que você vai tomar”, disse o Gato.  

 

Nesta direção”, disse o Gato, girando a pata direita, “mora um Chapeleiro. E nesta direção”, apontando com a pata esquerda, “mora uma Lebre de Março. Visite quem você quiser, ambos são loucos.”
“Mas eu não ando com loucos”, observou  Alice.
“Oh, você não tem como evitar”, disse o Gato, “somos todos loucos por aqui. Eu sou louco. Você é louca.”
“Como é que sabe que eu sou louca?”, disse Alice.
“Você deve ser”, disse o Gato, “senão não teria vindo pra cá.” 

Alice suspirou cansada. “Acho que você poderia aproveitar melhor o seu tempo”, disse, “em vez de desperdiçá-lo propondo charadas que não têm resposta.”
“Se você conhecesse o Tempo como eu conheço”, disse o Chapeleiro, “não falaria em desperdiçá-lo, como se fosse uma coisa. É um senhor.
“Não entendo o que você quer dizer”, disse Alice.
“Claro que não entende!”, disse o Chapeleiro, atirando a cabeça desdenhosamente para trás. “Acho que você nunca sequer falou com o Tempo!”
“Talvez não”, respondeu Alice cautelosamente, “mas sei que tenho de bater o tempo, quando estudo música.”
“Ah! Isso explica tudo”, disse o Chapeleiro. “Ele não suporta ser batido. Agora, se você mantivesse boas relações com o Tempo, ele faria quase tudo o que você quisesse com o relógio.” 

 

Do BLOG:  NOTATERAPIA (Luisa Bertrami D’Angelo)

 

EDUCAÇÃO QUE VEM DE BERÇO

BERÇO

Há alguns anos, os berços existiam apenas nas residências, num quarto próprio ou no quarto dos pais, e ali já começavam os cuidados e a educação com os filhos. Desde o asseio até a preocupação com a segurança, os limites, os horários de comer, brincar e descansar eram responsabilidade dos responsáveis, que permaneciam 24h, todos os dias da semana com os bebês e as crianças, dividindo por vezes com algum vizinho ou parente próximo.

Com a modernidade e o fato dos pais/avós trabalharem cada vez mais tempo fora de casa, surgem com força total as escolinhas, creches, CMEI’s que passam a receber as crianças, desde a mais tenra idade e participar da educação dos mesmos. Sim! Educação vem de casa! Mas e quando o pequeno cidadão passa 9, 10 horas por dia, 5 dias por semana fora? A “creche” passa a incorporar um conjunto de responsabilidades que não eram vistas tipicamente como dela, mas que, se não estiverem garantidas, podem inviabilizar o trabalho pedagógico.

Por exemplo, se maioria das refeições semanais são feitas lá, como não “orientar” as crianças a se portar à mesa, mastigar direito, usar os talheres e o guardanapo? Essa e tantas outras situações do cotidiano precisam de orientação constante do adulto responsável naquele momento, seja ele pai, mãe, avó, professor… Portanto, cada vez mais, e mais cedo, a PARCERIA com a família é fundamental para o bom desenvolvimento dos nossos filhos!