AS TOXINAS DA CASA

AS TOXINAS DA CASA SÃO:
objetos que você não usa
roupas que você não gosta ou não usa há tempos
coisas feias
coisas quebradas, lascadas ou rachadas
velhas cartas, bilhetes
plantas mortas ou doentes
recibos/jornais/revistas antigos
remédios vencidos
meias velhas, furadas
sapatos estragados
velharias de todo tipo que te ligam ao passado

OLHA QUE MALUCO:
➖No porão e no sótão, as tralhas viram sobrecarga;
➖Na entrada, restringem o fluxo da vida;
➖Empilhadas no chão, nos puxam para baixo;
➖Acima de nós, são dores de cabeça;
➖Sob a cama, poluem o sono
➖Espalhadas pela casa, entulham a vida.

COM O DESTRALHAMENTO:
A saúde melhora;
A criatividade cresce;
Os relacionamentos se aprimoram;
Há maior capacidade de raciocínio;
Leveza no espírito e no humor

PERGUNTAS QUE AJUDAM O DESTRALHAMENTO:
➕Por que estou guardando isso?
➕Será que tem a ver comigo hoje?
➕O que vou sentir ao liberar isto?

…e vá fazendo pilhas separadas…

Para doar!
Para jogar fora!
Para vender

A LIMPEZA DE DENTRO REFLETE POR FORA

➖livre-se de barulhos,
➖das luzes fortes,
➖das cores berrantes,
➖dos odores químicos,
➖dos revestimentos sintéticos,
➖do que traz lembrança triste…
➖libere mágoas,
➖pare de fumar,
➖termine projetos inacabados.

➕Cultive energia positiva em sua casa.
➕Faça uma limpeza geral e use caixas para organização:

lixo
✅consertos
♻reciclagem
em dúvida
presentes
doação
vender

Comece por gavetas e armários e conclua cada cômodo, faça tudo no seu ritmo…
ENQUANTO FAXINA observe as mudanças acontecendo em ✨VOCÊ✨

À medida em que
limpamos nossa casa física, também colocamos em ordem nossa mente e nosso corpo!

Rumo a contagem regressiva 2018!

*colaboração da amiga Lara.

QUANDO OS FILHOS VOAM… POR RUBEM ALVES

Sei que é inevitável e bom que os filhos deixem de ser crianças e abandonem a proteção do ninho. Eu mesmo sempre os empurrei para fora.Sei que é inevitável que eles voem em todas as direções como andorinhas adoidadas.

Sei que é inevitável que eles construam seus próprios ninhos e eu fique como o ninho abandonado no alto da palmeira…

Mas, o que eu queria, mesmo, era poder fazê-los de novo dormir no meu colo…

Existem muitos jeitos de voar. Até mesmo o vôo dos filhos ocorre por etapas. O desmame, os primeiros passos, o primeiro dia na escola, a primeira dormida fora de casa, a primeira viagem…

Desde o nascimento de nossos filhos temos a oportunidade de aprender sobre esse estranho movimento de ir e vir, segurar e soltar, acolher e libertar. Nem sempre percebemos que esses momentos tão singelos são pequenos ensinamentos sobre o exercício da liberdade.

Mas chega um momento em que a realidade bate à porta e escancara novas verdades difíceis de encarar. É o grito da independência, a força da vida em movimento, o poder do tempo que tudo transforma.

É quando nos damos conta de que nossos filhos cresceram e apesar de insistirmos em ocupar o lugar de destaque, eles sentem urgência de conquistar o mundo longe de nós.

É chegado então o tempo de recolher nossas asas. Aprender a abraçar à distância, comemorar vitórias das quais não participamos diretamente, apoiar decisões que caminham para longe. Isso é amor.

Muitas vezes, confundimos amor com dependência. Sentimos erroneamente que se nossos filhos voarem livres não nos amarão mais. Criamos situações desnecessárias para mostrar o quanto somos imprescindíveis. Fazemos questão de apontar alguma situação que demande um conselho ou uma orientação nossa, porque no fundo o que precisamos é sentir que ainda somos amados.

Muitas vezes confundimos amor com segurança. Por excesso de zelo ou proteção cortamos as asas de nossos filhos. Impedimos que eles busquem respostas próprias e vivam seus sonhos em vez dos nossos. Temos tanta certeza de que sabemos mais do que eles, que o porto seguro vira uma âncora que impede-os de navegar nas ondas de seu próprio destino.

Muitas vezes confundimos amor com apego. Ansiamos por congelar o tempo que tudo transforma. Ficamos grudados no medo de perder, evitando assim o fluxo natural da vida. Respiramos menos, pois não cabem em nosso corpo os ventos da mudança.

Aprendo que o amor nada tem a ver com apego, segurança ou dependência, embora tantas vezes eu me confunda. Não adianta querer que seja diferente: o amor é alado.

Aprendo que a vida é feita de constantes mortes cotidianas, lambuzadas de sabor doce e amargo. Cada fim venta um começo. Cada ponto final abre espaço para uma nova frase.

Aprendo que tudo passa menos o movimento. É nele que podemos pousar nosso descanso e nossa fé, porque ele é eterno.
Aprendo que existe uma criança em mim que ao ver meus filhos crescidos, se assustam por não saber o que fazer. Mas é muito melhor ser livre do que imprescindível.

Aprendo que é preciso ter coragem para voar e deixar voar.

E não há estrada mais bela do que essa.

OBRIGADA

No dia 2 de outubro, antes de qualquer coisa rezei. Fui à Missa, dobrei os joelhos e pedi à DEUS que proviavatar-elainedenciasse o melhor. Claro que eu queria ser vereadora, mas, não deu… quem me conhece sabe que a palavra “resiliente” me serve bem. Eu caio e levanto na mesma hora. Vamos todos nós, os 3 177 levantar a cabeça! Desafiei a inércia do sistema, motivei cidadãos não politizados a defender minha candidatura e me sinto orgulhosa disso. Pena não ter conseguido o mandato para provocar as mudanças que tanto queremos. Agora é acompanhar e cobrar de quem entrou: a maioria vence e serão eles nossos representantes!

Se importe!

Meta a colher

Tem um dito popular que diz: “em briga de marido e mulher, não se mete a colher”. Comigo não funciona. Precisamos meter a colher sim. Não só nas brigas entre marido e mulher, para que não ocorra violência física, mas também, meter nossa colher na saúde, na educação, na política. Muitas das situações terríveis que estão acontecendo ao nosso redor são fruto da nossa imobilidade. Vamos nos importar. Vamos mostrar que o BEM é maior e que juntos somos mais fortes! Olhe de verdade para o lado, para o outro. Tome partido, se posicione, argumente, só não se neutralize. VOCÊ é a pessoa que a sociedade precisa!

MEU CORAÇÃO ESTÁ AOS PULOS

Meu coração está aos pulos!

Quantas vezes minha esperança será posta à prova?

Por quantas provas terá ela que passar? Tudo isso que está aí no ar, malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro, do meu, do nosso dinheiro que reservamos duramente para educar os meninos mais pobres que nós, para cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais, esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais. Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança vai ser posta à prova? Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais? É certo que tempos difíceis existem para aperfeiçoar o aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar no nosso nariz. Meu coração está no escuro, a luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e os justos que os precederam: “Não roubarás”, “Devolva o lápis do coleguinha”, “Esse apontador não é seu, minha filha”. Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido que escutar. Até habeas corpus preventivo, coisa da qual nunca tinha visto falar e sobre a qual minha pobre lógica ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao culpado interessará. Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear: mais honesta ainda vou ficar. Só de sacanagem! Dirão: “Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo mundo rouba” e vou dizer: “Não importa, será esse o meu carnaval, vou confiar mais e outra vez. Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos, vamos pagar limpo a quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês. Com o tempo a gente consegue ser livre, ético e o escambau.” Dirão: “É inútil, todo o mundo aqui é corrupto, desde o primeiro homem que veio de Portugal”. Eu direi: Não admito, minha esperança é imortal. Eu repito, ouviram? Imortal! Sei que não dá para mudar o começo mas, se a gente quiser, vai dar para mudar o final!

Elisa Lucinda

Elisa Lucinda (1958) é uma poetisa, escritora, jornalista e atriz brasileira.

O que é voluntariado?

Voluntariado

 

Voluntário é o cidadão que doa seu tempo, trabalho e talento, de maneira espontânea e não remunerada, para causas de interesse social e comunitário. Gestos voluntários não são novos. Doa-se tempo, trabalho e talento em favor dos outros desde que o homem existe.

O Voluntariado é hoje um movimento que mobiliza em todo o mundo um grande número de jovens e de adultos, sendo um instrumento de participação da sociedade civil nos mais diversos domínios de atividade.

Sempre que uma instituição recebe atividades de voluntariado, mediadas e animadas pela comunidade, oferece aos seus pares a oportunidade de participar ativamente na construção de uma sociedade mais coesa e mais solidária.