Adoro nossas datas comemorativas!

Salve, lindo pendão da esperança! Salve, símbolo augusto da paz! Tua nobre presença à lembrança A grandeza da pátria nos tráz. Recebe o afeto que se encerra. Em nosso peito juvenil! Querido símbolo da terra, Da amada terra do Brasil. Em teu seio formoso retratas Este céu de puríssimo azul, A verdura sem par destas matas E o esplendor do Cruzeiro do Sul. Recebe o afeto que se encerra. Da amada terra do Brasil. Contemplando o teu vulto sagrado, Compreendemos o nosso dever E o Brasil, por seus filhos amado, Poderoso e feliz há de ser! Recebe o afeto que se encerra. Em nosso peito juvenil! Querido símbolo da terra, Da amada terra do Brasil. Sobre a imensa nação brasileira Nos momentos de festa ou de dor, Paira sempre, sagrada bandeira. Pavilhão de justiça e de amor! Da amada terra do Brasil. Ria Slides.
Salve, lindo pendão da esperança! Salve, símbolo augusto da paz! Tua nobre presença à lembrança A grandeza da pátria nos tráz. Recebe o afeto que se encerra. Em nosso peito juvenil! Querido símbolo da terra, Da amada terra do Brasil. Em teu seio formoso retratas Este céu de puríssimo azul, A verdura sem par destas matas E o esplendor do Cruzeiro do Sul. Recebe o afeto que se encerra. Da amada terra do Brasil. Contemplando o teu vulto sagrado, Compreendemos o nosso dever E o Brasil, por seus filhos amado, Poderoso e feliz há de ser! Recebe o afeto que se encerra. Em nosso peito juvenil! Querido símbolo da terra, Da amada terra do Brasil. Sobre a imensa nação brasileira Nos momentos de festa ou de dor, Paira sempre, sagrada bandeira. Pavilhão de justiça e de amor! Da amada terra do Brasil. Ria Slides.

Altas Habilidades/Superdotação. Você sabe o que é?

 

mediação da aprendizagemDe acordo com o MEC, estudantes com Altas Habilidades/Superdotação pertencem ao público alvo da Educação Especial. Isto significa que este público tem direito ao Atendimento Educacional Especializado, ou seja, direito de serem atendidos em suas necessidades, com professor especializado, em ambiente que favoreça o seu enriquecimento curricular.

Muitos ainda defendem o conceito de que, para ser considerada superdotada, a pessoa deve possuir um elevado QI – Quociente de Inteligência – medido por testes psicológicos. Este índice pode ser considerado sim, porém ele só não basta. Os chamados superdotados são aqueles que se sobressaem significativamente em uma ou mais áreas. Atletas de destaque, por exemplo, podem ser considerados superdotados, assim como grandes artistas, pintores, escultores e também músicos brilhantes. Normalmente as altas habilidades em uma ou mais áreas começam a aparecer muito cedo. Não é raro encontrarmos crianças que se alfabetizaram muito precocemente e escrevem livros com 4 ou 5 anos de idade. Vemos também crianças e adolescentes com uma alta capacidade para cálculos complexos, construção de equipamentos, que aprendem com enorme facilidade vários idiomas, ou que se comunicam oralmente com uma desenvoltura, argumentação e linguagem sofisticada que nos surpreende.

Por isso, ao avaliar uma criança ou jovem com suspeita de altas habilidades/superdotação, o profissional, normalmente da Psicologia ou Pedagogia, precisa observar muito atentamente e considerar o funcionamento e potencial do indivíduo, pois, apesar de muito desenvolvidos em algumas áreas, pode apresentar dificuldades em outras e por isso devem receber adequados encaminhamentos. Na escola podem apresentar contratempos em algumas disciplinas, bem como dificuldades em se relacionar com colegas e professores, desafiando-os. Ao professor cabe a tarefa, nem sempre fácil, de propor tarefas e desafios que complementem sua formação.

Em ambientes sociais, inclusive em família, podem demonstrar grande insatisfação com regras e tarefas do cotidiano. Geralmente não suportam injustiças e questionam fatos, sem aceitar qualquer resposta. Para a família a orientação é que evite cobranças além do que seus filhos podem oferecer, pois ser superdotado não é ser bom em tudo. Também são indicadas atividades além da escola que os desperte para pesquisa e projetos, contemplando seus interesses. Em alguns casos são indicados acompanhamentos Psicológico e Psicopedagógico, para auxiliá-los com as suas adversidades. Em Curitiba são ofertados atendimentos em Salas de Recursos nos Centros Municipais de Atendimento Especializado. As escolas que possuem estudantes com Altas Habilidades desenvolvem um planejamento adequado às suas necessidades.

 

Texto de Gislaine Coimbra Budel

Mestre em Educação, Professora, Psicopedagoga, Especialista em Intervenção Cognitiva e Aprendizagem Mediada, Diretora de Centro Especializado da Prefeitura Municipal de Curitiba. Autora do Livro “Mediação da Aprendizagem na Educação Especial”, em parceria com Marcos Meier

Ser professor: uma escolha de poucos

Eu professorNão são minhas as palavras desse texto, mas, retratam com números o que eu sempre falo!

Nos últimos anos, tornou-se comum a noção de que cada vez menos jovens querem ser professores. Faltava dimensionar com mais clareza a extensão do problema. Um estudo encomendado pela Fundação Victor Civita (FVC) à Fundação Carlos Chagas (FCC) traz dados concretos e preocupantes: apenas 2% dos estudantes do Ensino Médio têm como primeira opção no vestibular graduações diretamente relacionadas à atuação em sala de aula – Pedagogia ou alguma licenciatura.

A pesquisa, que ouviu 1.501 alunos de 3º ano em 18 escolas públicas e privadas de oito cidades, tem patrocínio da Abril Educação, do Instituto Unibanco e do Itaú BBA e contou ainda com grupos de discussão para entender as razões da baixa atratividade da carreira docente. Apesar de reconhecerem a importância do professor, os jovens pesquisados afirmam que a profissão é desvalorizada socialmente, mal remunerada e com rotina desgastante (leia as frases em destaque).

“Se por acaso você comenta com alguém que vai ser professor, muitas vezes a pessoa diz algo do tipo: ‘Que pena, meus pêsames!’”
Thaís*, aluna de escola particular em Manaus, AM

“Se eu quisesse ser professor, minha família não ia aceitar, pois investiu em mim. É uma profissão que não dá futuro.”
André*, aluno de escola particular em Campo Grande, MS

* Os nomes dos alunos entrevistados foram alterados para preservar a confidencialidade da pesquisa

O Brasil já experimenta as consequências do baixo interesse pela docência. Segundo estimativa do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), apenas no Ensino Médio e nas séries finais do Ensino Fundamental o déficit de professores com formação adequada à área que lecionam chega a 710 mil (leia o gráfico ao lado). E não se trata de falta de vagas. “A queda de procura tem sido imensa. Entre 2001 e 2006, houve o crescimento de 65% no número de cursos de licenciatura. As matrículas, porém, se expandiram apenas 39%”, afirma Bernardete Gatti, pesquisadora da Fundação Carlos Chagas e supervisora do estudo. De acordo com dados do Censo da Educação Superior de 2009, o índice de vagas ociosas chega a 55% do total oferecido em cursos de Pedagogia e de formação de professores.


Faltam bons candidatos
A baixa procura contrasta com a falta de docentes com formação adequada

Ilustração: Mario Kanno

Fontes: Inep e Censo da Educação Superior (2004 e 2008)


Um terço dos jovens pensou em ser professor, mas desistiu

Ilustração: Mario Kanno
Ilustrações: Mario Kanno

O estudo indica ainda que a docência não é abandonada logo de cara no processo de escolha profissional. No total, 32% dos estudantes entrevistados cogitaram ser professores em algum momento da decisão. Mas, afastados por fatores como a baixa remuneração (citado nas respostas por 40% dos que consideraram a carreira), a desvalorização social da profissão e o desinteresse e o desrespeito dos alunos (ambos mencionados por 17%), acabaram priorizando outras graduações. O resultado é que, enquanto Medicina e Engenharia lideram as listas de cursos mais procurados, os relativos à Educação aparecem bem abaixo.

Um recorte pelo tipo de instituição dá mais nitidez a outra face da questão: o tipo de aluno atraído para a docência. Nas escolas públicas, a Pedagogia aparece no 16º lugar das preferências. Nas particulares, apenas no 36º. A diferença também é grande quando se consideram alguns cursos de disciplinas da Escola Básica. Educação Física, por exemplo, surge em 5º nas públicas e 17º nas particulares. “Essas informações evidenciam que a profissão tende a ser procurada por jovens da rede pública de ensino, que em geral pertencem a nichos sociais menos favorecidos”, afirma Bernardete. De fato, entre os entrevistados que optaram pela docência, 87% são da escola pública. E a grande maioria (77%), mulheres.

O perfil é bastante semelhante ao dos atuais estudantes de Pedagogia. De acordo com o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) de Pedagogia, 80% dos alunos cursaram o Ensino Médio em escola pública e 92% são mulheres. Além disso, metade vem de famílias cujos pais têm no máximo a 4ª série, 75% trabalham durante a faculdade e 45% declararam conhecimento praticamente nulo de inglês. E o mais alarmante: segundo estudo da consultora Paula Louzano, 30% dos futuros professores são recrutados entre os alunos com piores notas no Ensino Médio. O panorama desanimador é resumido por Cláudia*, aluna de escola pública em Feira de Santana, a 119 quilômetros de Salvador: “Hoje em dia, quase ninguém sonha em ser professor. Nossos pais não querem que sejamos professores, mas querem que existam bons professores. Assim, fica difícil”.

POR · ABRIL 20, 2016

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/

EDUCAÇÃO QUE VEM DE BERÇO

BERÇO

Há alguns anos, os berços existiam apenas nas residências, num quarto próprio ou no quarto dos pais, e ali já começavam os cuidados e a educação com os filhos. Desde o asseio até a preocupação com a segurança, os limites, os horários de comer, brincar e descansar eram responsabilidade dos responsáveis, que permaneciam 24h, todos os dias da semana com os bebês e as crianças, dividindo por vezes com algum vizinho ou parente próximo.

Com a modernidade e o fato dos pais/avós trabalharem cada vez mais tempo fora de casa, surgem com força total as escolinhas, creches, CMEI’s que passam a receber as crianças, desde a mais tenra idade e participar da educação dos mesmos. Sim! Educação vem de casa! Mas e quando o pequeno cidadão passa 9, 10 horas por dia, 5 dias por semana fora? A “creche” passa a incorporar um conjunto de responsabilidades que não eram vistas tipicamente como dela, mas que, se não estiverem garantidas, podem inviabilizar o trabalho pedagógico.

Por exemplo, se maioria das refeições semanais são feitas lá, como não “orientar” as crianças a se portar à mesa, mastigar direito, usar os talheres e o guardanapo? Essa e tantas outras situações do cotidiano precisam de orientação constante do adulto responsável naquele momento, seja ele pai, mãe, avó, professor… Portanto, cada vez mais, e mais cedo, a PARCERIA com a família é fundamental para o bom desenvolvimento dos nossos filhos!

O que será o SAREH?

A continuidade nos estudos é fundamental para o desenvolvimento integral das crianças e jovens. O SAREH, Serviço de Atendimento à Rede de Escolarização Hospitalar e Domiciliar da Secretaria de Estado da Educação objetiva o atendimento educacional a crianças, adolescentes, jovens e adultos que se encontram impossibilitados de frequentar a escola em virtude de situação de internamento hospitalar.

A Secretaria Municipal de Curitiba também oferece esse serviço, desde 1998, atendendo alunos do 1º ao 5º ano. Para tanto são disponibilizados professores e pedagogos das redes municipal e estadual, capacitados para essa atuação e com suporte de recursos tecnológicos apropriados à idade e ao nível de escolaridade.

No Hospital Erasto Gaertner, a equipe do estado é composta pelos professores Cláudio Fernandes dos Santos, Rosemeri Vieira Dittrich, Adraiana Butka Markoski,  e pela pedagoga Elaine Heloisa Marques.

Equipe SAREHSareh

Da prefeitura, trabalham as professoras Márcia Raquel de Souza e Mirta Cristina Pereira Pacheco, com a coordenação de Viviane Maito.

A professora Kátia Maria D`Ambrós,  que está em tratamento com seu filho Victor, conta um pouco da experiência deles:

“Quando o Victor foi internado pela primeira vez em 2012, a pedagoga Elaine nos procurou e apresentou-nos o programa. Em 2013, continuou com o tratamento e fez todo 7º ano no SAREH. Retornou à escola no início desse ano, porém, a doença recidivou e ele teve que afastar-se da escola novamente, voltando a ser atendido no HEG. As aulas são particulares (no quarto) ou na sala de aula da pediatria, conforme as condições das crianças. Entendo que na situação do meu filho a prioridade é a saúde, mas, sinto a importância do programa pois graças a ele o Victor não interrompeu os estudos.”

Mãe e filho Kátia Dambros

Tem como não falar de COPA?

                  

Claro que não! É oDSCN0482 que está na boca do povo, 
na TV, nas ruas, nos restaurantes e também nas escolas e CMEIS 
da cidade. As instituições aproveitaram toda informação que vem com um evento 
dessa magnitude para trabalhar com suas crianças. 
Um bom exemplo se deu no CMEI PIQUIRI, diretora Simone Matta Silva, 
no Campo Comprido que realizou e registrou diversas atividades.
Segundo a pedagoga 
Sônia H. Coelho, durante o mês de Maio foi elaborado um projeto em parceria com todas as turmas, realizando combinados das ações a serem executadas em cada uma.
Foram envolvidos os pais e toda a comunidade, solicitando materiais referentes ao evento da Copa do Mundo, fazendo uma retrospectiva de títulos, principais notícias, jogadores em evidência, e outros materiais.

O CMEI foi decorado com motivos do Evento, a calçada de entrada foi pintada com a representação de uma mini quadra, que possibilitou jogos divertidos ao pequenos.

A Bandeira Nacional foi confeccionada coletivamente e colocada em exposição. Também foi trabalhado a localização dos países participantes e das cidades sede. 
A turma do Pré elaborou uma maquete e um álbum de figurinhas com os “craques” do CMEI.
Participação total da equipe de funcionários, educadores e professores, das crianças e das famílias!

 

CHEGOU A ADOLESCÊNCIA: E AGORA?

Quando, em junho desse

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ano, iniciou-se a onda de protestos pelo Brasil, esse assunto não saia das nossas bocas e mentes, em todos os lugares e em todos os momentos. Minha filha, Maria Luiza (15 anos), super “antenada” manifestou o desejo de participar dos movimentos. Um pouco por convicção, um pouco por curiosidade. Vi nesse desejo a oportunidade de compartilhar com ela posições políticas e participar orientando, na prática, muito do que “falamos” enquanto pais durante anos, como por exemplo estar em meio a uma grande multidão de pessoa e saber proteger-se, perceber o perigo emergente e defender-se. A Educação dos filhos tem diferentes fases e a adolescência é uma delas, tão importante quanto as outras, por isso pais e mães, antes de dizer SIM ou NÃO para eles aproveite as ocasiões de educar!

ACONCHEGO

A palavra “aconchego” normalmente nos lembra colo, abraço, carinho. Porém, pode significar também um ambiente acolhedor, que nos recebe, nos envolve, nos faz sentir bem. Percebemos isso quando entramos numa casa bem cuidada, decorada com amor e carinho, num restaurante pensado para satisfazer seus clientes não só pelo estômago mas também pelos olhos.

O ambiente escolar também deve ser agradável, proporcionar harmonia e funcionalidade, não apenas para os alunos, mas para todos que fazem parte da instituição escolar. As instituições de ensino, principalmente as públicas, normalmente possuem uma estrutura física que não foi adquirida por decisão dos educadores porém, é nesse lugar que profissionais e crianças passarão a maior parte do seu dia. Portanto, a prioridade deve ser a sensação de bem-estar, tornar o lugar acolhedor e com o decorrer do ano letivo, realizar modificações de acordo com as necessidades do grupo.

Escola limpa, bem conservada e equipada, com espaços adequados, equipe comprometida e comunidade atuante. Todos esses fatores são parte do que se entende por uma boa escola. O que deve ficar bem claro é que toda essa busca por ambientes acolhedores é para que se efetive a aprendizagem, porque é esse o objetivo principal da escola. Mas o que ensina cada um de seus espaços? Salas de aula, refeitórios, quadras esportivas, corredores e banheiros? Se os alunos vêem que o banheiro está sempre sujo, se sentem menos estimulados a cuidar da higiene. Se as paredes estão descascando, há sujeira pelo chão, mais dificilmente os alunos colaborarão.

Não apenas “olhar” mas “enxergar” é que faz a diferença para manter os lugares – casas, lojas, restaurantes, escolas – atraentes e gostosos de ficar. E o que mais queremos como pais e educadores é que nossas crianças e jovens amem suas escolas!

No COLÉGIO BOM PASTOR em Curitiba, as diretoras Liliane e Vera e a  professora ELISE coordenaram a pintura de gravuras nas paredes das salas tornando-as lindas e únicas!