Trabalho Infantil

Trabalho infantilMuito se ouve hoje em dia sobre o TRABALHO INFANTIL, com opiniões às vezes controversas. A legislação internacional define o trabalho infantil como aquele em que crianças ou adolescentes são obrigadas a efetuar qualquer tipo de atividade econômica, regular, remunerada ou não, que afete seu bem-estar e o desenvolvimento físico, psíquico, moral e social. Segundo a Constituição Federal, é proibido para menores de 16 anos a execução de qualquer trabalho, salvo na condição de aprendiz a partir dos 14 anos e não devem prejudicar a frequência nem o rendimento escolar do adolescente.

Não estou falando aqui daquele trabalho em casa, para auxiliar nas tarefas domésticas gerais, que dosadas de acordo com a idade trazem benefícios. Me refiro a milhares de crianças e adolescentes pelo Brasil (em Curitiba também!) que são explorados sexualmente em troca de pagamento, de meninos e meninas envolvidos com o tráfico de drogas, na coleta de lixo, trabalhando como ambulantes, pedintes entre outros e que, em muitos casos inclusive sustentam a família.

Sem a intenção de criminalizar ninguém mas sim, conscientizar pais e responsáveis, é importante trazer o assunto à baila sempre que possível para a sociedade ajudar a preservar essas crianças e adolescentes e na contrapartida cobrar sempre do poder público educação de qualidade para todos.

O quê? Já é Natal?

20141116_174432 (1) 20141118_153149 (1)Pois é! Estamos em dezembro e com esse mês, todas as festas, encerramentos, ciclos que se fecham. Dentre tudo, no entanto, com certeza o que mais chama atenção é o Natal.

Natal é uma festa religiosacristã, comemorado anualmente em 25 de Dezembro. Embora seja um dia santificado, também é comemorado por muitos não-cristãos com costumes populares modernos como a troca de presentes e cartões, a Ceia de Natal, músicas natalinas, festas de igreja, decorações diferentes, árvores de Natal, pisca-piscas e guirlandas, presépios e claro, o  Papai Noel!

O TEMPO do ADVENTO, que corresponde às quatro semanas que antecedem o Natal, é para os cristãos, um tempo de preparação e alegria, de expectativa, onde os fiéis, esperando o Nascimento de Jesus Cristo, vivem o arrependimento e promovem a fraternidade e a Paz. O início do advento é conhecido tradicionalmente como o dia certo para montar a árvore de natal.

Para esse ano, uma sugestão é o calendário do ADVENTO (veja as fotos). Começando em primeiro de dezembro, com numeração regressiva até a noite de Natal, de 24 até 1, cada dia deve ser marcado com uma surpresa, que pode ser um enfeite, uma guloseima ou o que a criatividade permitir!

O que será o SAREH?

A continuidade nos estudos é fundamental para o desenvolvimento integral das crianças e jovens. O SAREH, Serviço de Atendimento à Rede de Escolarização Hospitalar e Domiciliar da Secretaria de Estado da Educação objetiva o atendimento educacional a crianças, adolescentes, jovens e adultos que se encontram impossibilitados de frequentar a escola em virtude de situação de internamento hospitalar.

A Secretaria Municipal de Curitiba também oferece esse serviço, desde 1998, atendendo alunos do 1º ao 5º ano. Para tanto são disponibilizados professores e pedagogos das redes municipal e estadual, capacitados para essa atuação e com suporte de recursos tecnológicos apropriados à idade e ao nível de escolaridade.

No Hospital Erasto Gaertner, a equipe do estado é composta pelos professores Cláudio Fernandes dos Santos, Rosemeri Vieira Dittrich, Adraiana Butka Markoski,  e pela pedagoga Elaine Heloisa Marques.

Equipe SAREHSareh

Da prefeitura, trabalham as professoras Márcia Raquel de Souza e Mirta Cristina Pereira Pacheco, com a coordenação de Viviane Maito.

A professora Kátia Maria D`Ambrós,  que está em tratamento com seu filho Victor, conta um pouco da experiência deles:

“Quando o Victor foi internado pela primeira vez em 2012, a pedagoga Elaine nos procurou e apresentou-nos o programa. Em 2013, continuou com o tratamento e fez todo 7º ano no SAREH. Retornou à escola no início desse ano, porém, a doença recidivou e ele teve que afastar-se da escola novamente, voltando a ser atendido no HEG. As aulas são particulares (no quarto) ou na sala de aula da pediatria, conforme as condições das crianças. Entendo que na situação do meu filho a prioridade é a saúde, mas, sinto a importância do programa pois graças a ele o Victor não interrompeu os estudos.”

Mãe e filho Kátia Dambros

Vamos passear?

Além de tudo que oferecemos aos nossos filhos, escola, livros, prática de esportes, cursos de inglês e de música, precisamos nos preocupar em colocá-los em contato com novos espaços e atividades culturais que ampliem sua visão de mundo

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Os pequenos precisam habituam-se desde cedo  com a diversidade cultural existente nos lugares onde vivem aprendem a apreciar o novo e também a respeitar o diferente!ossa cidade onde temos diversas ofertas gratuitas e de boa qualidade.

FÉRIAS

Além de tudo que oferecemos aos nossos filhos, escola, livros, prática de esportes, cursos de inglês e de música, precisamos nos preocupar em colocá-los em contato com novos espaços e atividades culturais que ampliem sua visão de mundo. Idas ao cinema, teatro, museus podem e devem fazer parte dos momentos de lazer em família, principalmente em nossa cidade onde temos diversas ofertas gratuitas e de boa qualidade.

Quando os pequenos habituam-se desde cedo  com a diversidade cultural existente nos lugares onde vivem, aprendem a apreciar o novo e também a respeitar o diferente.lazer

 

NATAL EM CURITIBA

 

              Curitiba mais uma vez prepara-se para a chegada com Natal com diversas atrações que agradarão todas as idades. Aproveite esse mês para conhecer um pouco mais a cidade e deleitar–se com uma das muitas atividades natalinas programadas. É tempo de estar com a família e o amigos, pensar, repensar, amar e sonhar. Viva o Natal com alegria e paz no corações e deixe-se levar por essa magia que encanta. 

Veja toda programação no site:

http://www.curitibacapitaldonatal.com.br/

VOCÊ SABE COMO ESCOLHER UMA BOA ESCOLA PARA SEU FILHO?

Já iniciou a procura por escolas para 2013, principalmente para quem vai começar agora ou está mudando de etapa: saindo da Educação Infantil para o ensino Fundamental ou do Fundamental para o Médio. A busca pode parecer fácil, mas para que o resultado seja o melhor possível é preciso ficar atento a pequenos detalhes, que vão desde as atividades extracurriculares até o tipo de exposição que a instituição realiza em seus murais. Conversar com a Equipe pedagógica e administrativa da escola é o 1º passo. Conhecer as instalações, observando atentamente os espaços, a segurança, a higiene. Ouvir outros pais que já tem filhos na escola, perguntar, perceber nas crianças que já estão lá a alegria e o entusiasmo. Vale também verificar qual a formação dos professores que trabalham lá. Nada é possível sem um ótimo profissional.

Para os pais de crianças que vão sair da educação infantil e ingressar no 1.º ano do ensino fundamental, a escolha da escola requer mais atenção. Como se trata de uma fase que tem um nível maior de exigência, os filhos podem se sentir inseguros se a mudança for brusca. Essa transição não deve deixar de lado o lúdico pois, nessa fase, a criança ainda precisa brincar bastante, ir ao parquinho. A alfabetização é o objetivo principal, mas, precisa vir permeado de satisfação em estar na escola, de cuidados individuais como a criança recebia na Educação Infantil.

É muito importante levar em conta se os valores que a escola transmite são os mesmos que a família acredita, se a religião deve ou não estar presente, se quer estimular a criança para competitividade preparando-a desde cedo para o mercado.

As opções de boas escolas são muitas e estão por toda a cidade. Eu sempre sugiro que se busque uma próxima a residência, no bairro, evitando o trânsito e proporcionando um melhor relacionamento com os demais colegas já que, nesses casos a maioria mora por perto e é possível estender a amizade para além dos muros.

Quanto ao espaço físico é importante ter em mente que tecnologia de última geração, piscina e fachada impecável não são relevantes para o aprendizado. É na sala de aula que o aluno passa a maior parte do tempo, então, precisa ser confortável, ampla, clara, arejada.

No espaço externo, é bom olhar os parques, ver se há área verde, se existem brinquedos seguros e condizentes com a idade das crianças, se o colégio controle a entrada e saída doas crianças e o acesso de pessoas nos horários de aula.

Nas visitas é importante observar como estão os alunos que estudam ali. Se estão felizes e soltos ou apreensivos e desanimados. Levar a criança para conhecer, depois de uma prévia seleção, fará com que se sinta parte da decisão pois precisa existir uma identidade entre aluno e escola[ara que se sinta bem e estimulada.

Definida a escola, feita a matrícula, vem a compra de uniformes e material e o principal: acompanhar o dia a dia da criança para certificar-se de que a escolha foi acertada!

 

Segundo a Pedagoga Luiza Helena Canhoto, a busca por uma escola com ensino de qualidade faz da vida da família uma verdadeira maratona. Antes de sair em disparada, é preciso defina o que você espera da escola onde seu filho vai estudar. Para isso, dedique um tempo para visitar as escolas, anote os pontos interessantes, conheça as instalações e os funcionários.

A proposta pedagógica da escola deve privilegiar as reformas educacionais e se adequar às necessidades da vida moderna, assim, aprender fica muito mais fácil, deixando de ser uma obrigação e virando um processo natural.

Além disso, os aspectos físicos e o atendimento dos funcionários são de extrema importância, desde zeladoria até a diretoria, devem praticar os aspectos educativos e atender muito bem a pais e alunos.

Os pais podem visitar quantas escolas julgarem necessário para que estejam seguros do que querem e do que não querem. Só então devem levar a criança para opinar, se for o caso, entre aquelas que estão realmente dentro das suas possibilidades e expectativas.

*Luzia Helena Canhoto é pedagoga com especialização em Educação Infantil, Diretora do CEI Começando Feliz

 

Aí vem as Férias!!!

Já passamos da metade do ano, o tempo realmente voa! Pelo menos para nós
adultos que queremos andar muito devagar. Para as crianças, é outra história. Os
anos parecem uma eternidade, não vêem a hora de crescer. E falando em tempo e
crianças, julho está aí e com ele as férias de inverno! Delícia! Delícia? O que fazer
com essa gurizada em casa? Aproveitar!
Nossa cidade oferece muitas opções de lazer bem bacanas, dentre elas o
Ônibus Turismo, as Oficinas no Museu Oscar Niemeyer, Passeio pelo Centro
Histórico para conhecer a Catedral Basílica, a praça Tiradentes, a Rua XV com
seu Bondinho, a Biblioteca Pública – aproveitando, dá para fazer carteirinha e
emprestar alguns livros que também devem fazer parte das atividades de férias.
Se puder, faça uma viagem ou passe um dia fora numa das cidades próximas que
oferecem diversas atividades culturais, como por exemplo as Grutas da Lapa e
Vila Velha. Se em casa, convide amigos dos seus filhos, relembre brincadeiras de
sua infância, ensine a todos e brinque junto.
A cozinha pode, também virar fonte de prazer: preparar receitas variadas usufruindo da companhia uns dos outros e saboreando com calma e tranquilidade!
Agora, se você trabalha e não pode ficar alguns dias em casa nessa época, uma
boa opção são as Colônias de Férias que acontecem em Clubes, escolas e Ruas
da Cidadania, com atividades prazerosas para os pequenos. Outra, é apelar para
os avós, tios e amigos. As férias são importantes para as crianças e adolescentes
refazerem-se do estresse causado pelas atividades escolares. Esse é um período
que pode ser aproveitado pela família toda. Porém, se não for planejado, pode
ser um pesadelo para todos. O ideal é que aqueles que gostam de participar
ativamente da vida dos filhos planejem férias conjuntas ou pelo menos alguns
momentos agradáveis com eles.

Um dos pontos turísticos da nossa cidade que vale a pena conhecer.

BOSQUE ALEMÃO

Uma bela trilha conta a história de João e Maria. Durante a Semana os momentos de Contações de Histórias serão conforme agendamento pelo telefone: 3568 – 10 87. Nos finais  de semana os horários  em que a Bruxa aparece e conta histórias são:  às  11:00,  14:00,  e  16:00, divertindo crianças, jovens e adultos. Na foto a BRUXA CIDINHA.

Garanta a segurança de seu filho no caminho para escola.

Para garantir a segurança do seu filho e a sua tranquilidade, atente às dicas de especialistas = a orientação dos pais garante a segurança e a tranquilidade das crianças

Entre as novidades que acompanham o volta às aulas pode estar a mudança no meio de locomoção até a escola. Por diversas questões, como o amadurecimento da criança e a dificuldade de conciliar horários, muitos alunos passam a ir sem a companhia dos pais para a escola.

A coordenadora da ONG Criança Segura, Alessandra Françoia, lembra que crianças com menos de 10 anos não devem andar sozinhas na rua. “Crianças com essa idade têm dificuldades de julgamento da velocidade e distância dos carros, e limitação na habilidade motora, visual e auditiva para entender o trânsito”, explica. Portanto é preciso observar se seu filho está apto para enfrentar o trânsito sozinho.

É difícil não ficar preocupado com a segurança do seu filho, principalmente em grandes cidades, mas a mudança também não precisa ser o fim do mundo! Atente às seguintes orientações para minimizar os riscos.

Van escolar

No caso da van escolar, o cuidado dos pais deve centrar-se no veículo e o motorista. Confira as dicas:

1. Verifique o cadastro

Para prestar o serviço, o motorista precisa ter autorização do município, que dentre outros requisitos, pode exigir a aprovação em Curso de Treinamento de Condutores no Transporte Escolar de crianças. Peça a ele a documentação de registro ou entre em contato com a Secretaria Municipal de Transportes.

2. Avalie o veículo

Se o veículo for registrado, você tem a garantia de que seus equipamentos obrigatórios e de segurança são inspecionados duas vezes por ano e de que o condutor foi aprovado num curso especializado. Mesmo assim, não é exagero checar pessoalmente o estado do veículo e a existência dos requisitos exigidos pelo Código de Trânsito Brasileiro:

– faixa amarela com a inscrição “ESCOLAR” à meia altura e em toda a extensão das partes laterais e traseira da carroçaria;

– equipamento registrador instantâneo inalterável de velocidade e tempo;

– lanternas de luz branca, fosca ou amarela dispostas nas extremidades da parte superior dianteira e lanternas de luz vermelha, na extremidade superiora da parte traseira;

– cintos de segurança em número igual à lotação do veículo;

– extintor de incêndio.

3.Oriente seu filho

Especialmente no caso de crianças pequenas, oriente seu filho sobre como se comportar durante o transporte: ficar sentado, usar cinto de segurança e não tirar a atenção do motorista, por exemplo. Também por isso é aconselhável manter contato com o motorista: saber como são as atitudes do seu filho é essencial para saber orientá-lo em casa. Lembre-se de alertar seu filho que ele deve sempre descer na calçada, em frente à escola.

 

A pé ou de ônibus

Como as duas opções exigem percorrer distâncias na via pública, as orientações são parecidas.

1. Ensine-o a andar na rua

A coordenadora Nacional da ONG Criança Segura, Alessandra Françoia, listou as principais orientações a ensinar para as crianças:
– Olhar para os dois lados várias vezes antes de atravessar a rua. Atravessar quando a rua estiver livre e continuar olhando para os dois lados enquanto atravessa;
– Utilizar a faixa de pedestres sempre que disponível. Mesmo na faixa, a criança deve olhar várias vezes para os dois lados e atravessar em linha reta.
– Quando não houver faixa de pedestre, a criança deve procurar outros locais seguros para atravessar, seja na esquina, em passarelas ou próximo a lombadas eletrônicas;
– Não atravessar a rua por trás de carros, ônibus, árvores e postes;
– Nunca correr para a rua sem antes parar e olhar se vem carro – seja para pegar uma bola, o cachorro ou por qualquer outra razão. Correr precipitadamente para a rua é a causa da maioria dos atropelamentos fatais com crianças;
– Caminhar de frente para o tráfego (no sentido contrário aos veículos) em estradas ou vias sem calçadas. Assim, a criança pode ver e ser vista mais facilmente;
– Fazer contato visual com o motorista ao atravessar a rua para ter certeza de ver e ser visto; – Observar os carros que estão virando ou dando ré;
– Caminhar em fila única sempre que estiver com mais crianças;
– Ao desembarcar do ônibus, esperar que o veículo pare totalmente para descer e aguardar que ele se afaste para atravessar a rua.

2. Faça o trajeto junto

Mesmo que o caminho seja curto, essa atitude é importante para apontar os locais onde ele deve prestar mais atenção, como um grande cruzamento. No caso do ônibus, certifique-se de que a criança fixou os pontos em que deve pegar o ônibus e descer.

3. Orientar em caso de situações atípicas

É preciso se antecipar a possíveis ocorrências e explicar ao seu filho como ele deve reagir a elas. O clichê “não fale com estranhos” e “não aceite doces de estranhos” ainda estão em vigência. A conduta aconselhável nessas situações é agradecer, recusar e ir embora. Ensine-o também os números de emergência, como o da Polícia (190) e o dos Bombeiros (193).

Texto Iana Chan
Educar