Adoro nossas datas comemorativas!

Salve, lindo pendão da esperança! Salve, símbolo augusto da paz! Tua nobre presença à lembrança A grandeza da pátria nos tráz. Recebe o afeto que se encerra. Em nosso peito juvenil! Querido símbolo da terra, Da amada terra do Brasil. Em teu seio formoso retratas Este céu de puríssimo azul, A verdura sem par destas matas E o esplendor do Cruzeiro do Sul. Recebe o afeto que se encerra. Da amada terra do Brasil. Contemplando o teu vulto sagrado, Compreendemos o nosso dever E o Brasil, por seus filhos amado, Poderoso e feliz há de ser! Recebe o afeto que se encerra. Em nosso peito juvenil! Querido símbolo da terra, Da amada terra do Brasil. Sobre a imensa nação brasileira Nos momentos de festa ou de dor, Paira sempre, sagrada bandeira. Pavilhão de justiça e de amor! Da amada terra do Brasil. Ria Slides.
Salve, lindo pendão da esperança! Salve, símbolo augusto da paz! Tua nobre presença à lembrança A grandeza da pátria nos tráz. Recebe o afeto que se encerra. Em nosso peito juvenil! Querido símbolo da terra, Da amada terra do Brasil. Em teu seio formoso retratas Este céu de puríssimo azul, A verdura sem par destas matas E o esplendor do Cruzeiro do Sul. Recebe o afeto que se encerra. Da amada terra do Brasil. Contemplando o teu vulto sagrado, Compreendemos o nosso dever E o Brasil, por seus filhos amado, Poderoso e feliz há de ser! Recebe o afeto que se encerra. Em nosso peito juvenil! Querido símbolo da terra, Da amada terra do Brasil. Sobre a imensa nação brasileira Nos momentos de festa ou de dor, Paira sempre, sagrada bandeira. Pavilhão de justiça e de amor! Da amada terra do Brasil. Ria Slides.

“OS ALEMÃES E SUA RELAÇÃO COM O CONSUMO – UMA NOVA FORMA DE OLHAR AS COISAS” – POR AUGUSTO LOHMANN

Um dos grandes prazeres de uma viagem está em observar e aprender com o outro. “O destino de alguém não é nunca um lugar, mas uma nova forma de olhar as coisas”, disse uma vez o escritor norte-americano Henry Miller.

Na última viagem que fiz para a Alemanha, considerei uma cena emblemática: um sujeito bem vestido, terno e grava, aparentando seus 30 e poucos anos, entrando em um supermercado com uma bolsa de tecido repleta de garrafas pet vazias e pacientemente as inserindo em uma máquina, uma a uma, em troca de alguns centavos.

Algo de “errado” na cena? Evidentemente que não. Para os demais alemães presentes no supermercado, era uma cena comum. Para mim, como brasileiro, o primeiro pensamento foi que dificilmente poderia presenciar algo do tipo no Brasil.

Uma realidade bem diferente da nossa

No Brasil, o ato de economizar quase sempre é associado a um momento temporário de escassez de recursos ou a um objetivo de consumo específico. Final do mês, faltou dinheiro? Economiza. A pasta de dentes está no fim e não tem outra? Economiza. Foi demitido? Hora de rever os gastos. Quer viajar no fim do ano? Junta dinheiro para gastar tudo na viagem.

Fora desses cenários, a pessoa que para pra pensar antes de fazer um gasto costuma ser rotulada como “mão de vaca”, “muquirana” ou “sovina” – termos pejorativos associados ao sujeito que não “gosta” de gastar dinheiro.

Quem racionaliza os impactos de seus gastos muitas vezes é colocado na mesma categoria de um sujeito que não gasta com nada. O modelo vigente é: Se tenho dinheiro, compro; se não tenho, não compro – ou até compro, mas parcelado a perder de vista.

Os alemães e sua relação com o consumo – um aspecto cultural

Na Alemanha, o “modo de viver” econômico é uma característica cultural do povo alemão, e está totalmente dissociado do quanto você tem (ou não tem) de dinheiro – simplesmente são conceitos distintos.

Ter dinheiro suficiente para comprar algo não significa que você vá de fato comprar sem antes analisar uma série de fatores: isso vale o quanto estão me cobrando? Quanto eu preciso realmente disso?

Costuma-se atribuir essa cultura ao período de grande escassez de recursos vivido pelo povo alemão ao longo das duas grandes Guerras Mundiais.

Independente das razões, fato é que a maior parte dos alemães tem incutido em seu modelo mental o hábito de ser econômico e analisar seus gastos e hábitos de consumo. Uma ótima forma de ilustrar isso é voltar ao exemplo do supermercado para analisar alguns hábitos e comportamentos dos alemães.

Receber troco em balas? Nos supermercados da Alemanha, isso simplesmente não existe!

Lembra do sujeito de terno devolvendo garrafas em uma máquina? O nome dessas máquinas é “Pfandautomat“, e a função delas é justamente receber embalagens (pet ou vidro) vazias. O nome é por conta do “Pfand“, um valor cobrado pelas embalagens no ato da compra e que pode ser recebido de volta quando a pessoa se dá ao trabalho de devolver essas embalagens em uma “Pfandautomat“.

Os alemães e sua relação com o consumo - Uma nova forma de olhar as coisas
Pfandautomat

 

E aqueles centavos de troco que aqui no Brasil a gente acaba deixando pra lá ou recebendo em balas? Nos supermercados da Alemanha isso simplesmente não existe. Se a pessoa tem direito a um troco de 1 centavo, vai receber sua moeda sem precisar brigar por isso. Para o alemão, cada centavo que seja seu por direito é importante.

É raro encontrar um alemão fazendo compras sem a sua ecobag

Outro hábito interessante que observei por lá é que no Brasil ainda estamos engatinhando: o uso de ecobags, aquelas sacolas de tecido que podem ser reutilizadas. É raro encontrar um alemão fazendo compras sem a sua ecobag ou sem um carrinho de compras para minimizar o uso das sacolinhas de plástico – que são cobradas à parte.

No Brasil, esse modelo já foi implementado em muitas redes de supermercados, mas a maior parte das pessoas continua preferindo pagar pelas sacolas de plástico do que levar a sua própria de casa.

Nessa cultura do “ser econômico”, o dinheiro é somente uma das pontas. Direta e indiretamente, todo o modelo de consumo e de aproveitamento dos recursos é impactado por essa característica. Não por acaso, a Alemanha é pioneira em diversas iniciativas de políticas sustentáveis.

A Alemanha recicla 65% dos resíduos produzidos

Para começar, o país possui uma legislação específica para tratar da maneira como os alemães devem separar seu lixo doméstico para descarte, separando os produtos recicláveis em categorias. Se alguém é pego descumprindo a regra, a multa é pesada. Isso explica a Alemanha ser o país que mais recicla em todo o mundo, atingindo incríveis 65% dos resíduos produzidos.

 “The Good Food”  ao invés de jogar alimentos no lixo e supermercado sem embalagens

Em Colônia, na Alemanha, a loja “The Good Food” é especializada em vender alimentos que iriam para o lixo por serem “feios” ou por estarem próximos a data de vencimento (ou até recentemente vencidos). Em alguns casos, o preço do produto é definido pelo comprador, que paga o quanto acha que vale.

O Original Unverpackt, em Berlim, foi o primeiro supermercado do mundo com a proposta de não gerar resíduos. Os produtos são vendidos a granel e não fazem uso das embalagens tradicionais – o cliente é quem leva de casa seus potes e sacolas para acomodar suas compras.

O “Sperrmüll”

Há ainda um “evento” dedicado ao reaproveitamento de produtos descartados por outras pessoas, o “Sperrmüll“:

Em diversas datas definidas ao longo do ano, o alemão pega tudo que não quer mais – móveis, sofás, colchões e afins – e coloca do lado de fora da casa.

Outras pessoas simplesmente passam e pegam aquilo que precisam para suas casas – e não são moradores de rua ou mendigos, são pessoas com dinheiro que optam por uma solução mais sustentável. O que não é reaproveitado por outras pessoas é recolhido pela administração municipal e levado para centros de reciclagem.

Sperrmüll na Alemanha
“Sperrmüll” em rua na Alemanha – Por 3268zauber (Trabalho próprio) – CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons

 

Uma nova forma de olhar as coisas

Cuidar do seu lixo; comprar produtos que estão pra vencer; levar seus próprios potes e sacolas para as compras; vasculhar naquilo que o outro descartou a procura de algo que sirva para você. Hábitos que no Brasil olharíamos com profundo preconceito, mas que fazem parte do dia-a-dia dos cidadãos de uma das maiores e mais ricas potências do mundo.

Talvez seja mais do que hora de buscarmos essa “nova forma de olhar as coisas”. Se tem algo que podemos aprender com os alemães é esse modo de consumir mais consciente, baseado em uma gestão mais responsável dos recursos.

 

AUGUSTO LOHMANN É JORNALISTA, PROFESSOR E BLOGUEIRO DE VIAGENS DO “VIAJAR É DEMAIS”. VIAJANDO SEMPRE EM BUSCA DE NOVAS CERVEJAS, DE BOA COMIDA E DAS MELHORES PROMOÇÕES.

Trabalho Infantil

Trabalho infantilMuito se ouve hoje em dia sobre o TRABALHO INFANTIL, com opiniões às vezes controversas. A legislação internacional define o trabalho infantil como aquele em que crianças ou adolescentes são obrigadas a efetuar qualquer tipo de atividade econômica, regular, remunerada ou não, que afete seu bem-estar e o desenvolvimento físico, psíquico, moral e social. Segundo a Constituição Federal, é proibido para menores de 16 anos a execução de qualquer trabalho, salvo na condição de aprendiz a partir dos 14 anos e não devem prejudicar a frequência nem o rendimento escolar do adolescente.

Não estou falando aqui daquele trabalho em casa, para auxiliar nas tarefas domésticas gerais, que dosadas de acordo com a idade trazem benefícios. Me refiro a milhares de crianças e adolescentes pelo Brasil (em Curitiba também!) que são explorados sexualmente em troca de pagamento, de meninos e meninas envolvidos com o tráfico de drogas, na coleta de lixo, trabalhando como ambulantes, pedintes entre outros e que, em muitos casos inclusive sustentam a família.

Sem a intenção de criminalizar ninguém mas sim, conscientizar pais e responsáveis, é importante trazer o assunto à baila sempre que possível para a sociedade ajudar a preservar essas crianças e adolescentes e na contrapartida cobrar sempre do poder público educação de qualidade para todos.

Medo da polícia?

policial-1Ficamos tristes com as notícias de policiais que matam porquê se sentem irritados, porquê o som do vizinho está alto, ou porquê desentendeu-se no trânsito. A justificativa de que o tiro é para assustar e “sem querer” atingem alguém não convence, afinal, como qualquer cidadão, não podem usar a arma de fogo fora do exercício da função. Desequilíbrio emocional não “casa” com atividade policial. Esses agentes públicos precisam ser além de exemplos para nossas crianças, porto seguro para a população buscar proteção.

A comunidade pode e deve se aproximar da polícia Civil e Militar, da Guarda Municipal, conhecer seus membros, fazer-se conhecer e buscar em conjunto apoio do Poder Executivo para ampliação dos quadros, formação e cuidados físicos/psicológicos para esses profissionais.

Não queremos que nossos filhos tenham medo da polícia, dos guardas. Precisamos que tenham confiança! 

QUANDO OS FILHOS VOAM… POR RUBEM ALVES

Sei que é inevitável e bom que os filhos deixem de ser crianças e abandonem a proteção do ninho. Eu mesmo sempre os empurrei para fora.Sei que é inevitável que eles voem em todas as direções como andorinhas adoidadas.

Sei que é inevitável que eles construam seus próprios ninhos e eu fique como o ninho abandonado no alto da palmeira…

Mas, o que eu queria, mesmo, era poder fazê-los de novo dormir no meu colo…

Existem muitos jeitos de voar. Até mesmo o vôo dos filhos ocorre por etapas. O desmame, os primeiros passos, o primeiro dia na escola, a primeira dormida fora de casa, a primeira viagem…

Desde o nascimento de nossos filhos temos a oportunidade de aprender sobre esse estranho movimento de ir e vir, segurar e soltar, acolher e libertar. Nem sempre percebemos que esses momentos tão singelos são pequenos ensinamentos sobre o exercício da liberdade.

Mas chega um momento em que a realidade bate à porta e escancara novas verdades difíceis de encarar. É o grito da independência, a força da vida em movimento, o poder do tempo que tudo transforma.

É quando nos damos conta de que nossos filhos cresceram e apesar de insistirmos em ocupar o lugar de destaque, eles sentem urgência de conquistar o mundo longe de nós.

É chegado então o tempo de recolher nossas asas. Aprender a abraçar à distância, comemorar vitórias das quais não participamos diretamente, apoiar decisões que caminham para longe. Isso é amor.

Muitas vezes, confundimos amor com dependência. Sentimos erroneamente que se nossos filhos voarem livres não nos amarão mais. Criamos situações desnecessárias para mostrar o quanto somos imprescindíveis. Fazemos questão de apontar alguma situação que demande um conselho ou uma orientação nossa, porque no fundo o que precisamos é sentir que ainda somos amados.

Muitas vezes confundimos amor com segurança. Por excesso de zelo ou proteção cortamos as asas de nossos filhos. Impedimos que eles busquem respostas próprias e vivam seus sonhos em vez dos nossos. Temos tanta certeza de que sabemos mais do que eles, que o porto seguro vira uma âncora que impede-os de navegar nas ondas de seu próprio destino.

Muitas vezes confundimos amor com apego. Ansiamos por congelar o tempo que tudo transforma. Ficamos grudados no medo de perder, evitando assim o fluxo natural da vida. Respiramos menos, pois não cabem em nosso corpo os ventos da mudança.

Aprendo que o amor nada tem a ver com apego, segurança ou dependência, embora tantas vezes eu me confunda. Não adianta querer que seja diferente: o amor é alado.

Aprendo que a vida é feita de constantes mortes cotidianas, lambuzadas de sabor doce e amargo. Cada fim venta um começo. Cada ponto final abre espaço para uma nova frase.

Aprendo que tudo passa menos o movimento. É nele que podemos pousar nosso descanso e nossa fé, porque ele é eterno.
Aprendo que existe uma criança em mim que ao ver meus filhos crescidos, se assustam por não saber o que fazer. Mas é muito melhor ser livre do que imprescindível.

Aprendo que é preciso ter coragem para voar e deixar voar.

E não há estrada mais bela do que essa.

OBRIGADA

No dia 2 de outubro, antes de qualquer coisa rezei. Fui à Missa, dobrei os joelhos e pedi à DEUS que proviavatar-elainedenciasse o melhor. Claro que eu queria ser vereadora, mas, não deu… quem me conhece sabe que a palavra “resiliente” me serve bem. Eu caio e levanto na mesma hora. Vamos todos nós, os 3 177 levantar a cabeça! Desafiei a inércia do sistema, motivei cidadãos não politizados a defender minha candidatura e me sinto orgulhosa disso. Pena não ter conseguido o mandato para provocar as mudanças que tanto queremos. Agora é acompanhar e cobrar de quem entrou: a maioria vence e serão eles nossos representantes!

QUERO SER VEREADORA

“Sou servidora da Rede Municipal de Ensino há 30 anos, durante os quais atuei em várias escolas e também na Secretaria Municipal de Educação. Fui IMG_5870Alfabetizadora, Pedagoga e Diretora escolar. Nessa trajetória descobri que para alguns projetos tornarem-se realidade era preciso estar em outro espaço de trabalho, com maior alcance. Com esse desejo, contando com o incentivo familiar, profissional e de bons amigos, em 2012 minha candidatura à vereadora de Curitiba viabilizou-se e atingi uma expressiva votação (2 614 votos), numa campanha corpo a corpo, franca e direta. Não quero parar! Por isso sou novamente candidata às eleições de 2 de outubro. O cenário político atual é complicado e serve como uma reflexão para renovação e eleição de pessoas com garra e coragem para mudar. Tem um dito popular que diz: em briga de marido e mulher, não se mete a colher. Comigo não funciona. Precisamos meter a colher sim. Não só nas brigas para que não ocorram, mas na saúde, na educação e principalmente NA POLÍTICA!”

Se importe!

Meta a colher

Tem um dito popular que diz: “em briga de marido e mulher, não se mete a colher”. Comigo não funciona. Precisamos meter a colher sim. Não só nas brigas entre marido e mulher, para que não ocorra violência física, mas também, meter nossa colher na saúde, na educação, na política. Muitas das situações terríveis que estão acontecendo ao nosso redor são fruto da nossa imobilidade. Vamos nos importar. Vamos mostrar que o BEM é maior e que juntos somos mais fortes! Olhe de verdade para o lado, para o outro. Tome partido, se posicione, argumente, só não se neutralize. VOCÊ é a pessoa que a sociedade precisa!