TRABALHO INFANTIL

 

Quando falo de “trabalho infantil” não estou me referindo a ajuda que os filhos de qualquer idade podem prestar ao pais. Ser responsável por algumas 

tarefas cotidianas em casa é ótimo para o desenvolvimento de qualquer criança. No entanto, no Brasil, o trabalho remunerado não é permitido sob

qualquer condição para crianças e adolescentes entre zero e 13 anos; a partir dos 14 anos pode-se trabalhar como aprendiz; já dos 16 aos 18,

as atividades laborais são permitidas, desde que não aconteçam das 22h às 5h, não sejam insalubres ou perigosas e não façam parte da lista

das piores formas de trabalho infantil. Crianças e adolescentes devem ter garantidos os direitos de acesso à educação, lazer e esporte, e

também a cuidados por parte de um responsável. É abominável o que se vê em alguns lugares e precisa ser combatido.

***A Organização Internacional do Trabalho,que reconhece o trabalho infantil artístico desde que haja respeito a condições especiais que preservem outros direitos fundamentais

da criança e do adolescente como a educação,o lazer, a convivência familiar e comunitária. Nestes casos, a autoridade judiciária deverá ter condições

de avaliar o caso concreto para saber se a atividade atende a todos os requisitos de proteção.37949187_1979777722312216_5514898815934529536_o

AS TOXINAS DA CASA

AS TOXINAS DA CASA SÃO:
objetos que você não usa
roupas que você não gosta ou não usa há tempos
coisas feias
coisas quebradas, lascadas ou rachadas
velhas cartas, bilhetes
plantas mortas ou doentes
recibos/jornais/revistas antigos
remédios vencidos
meias velhas, furadas
sapatos estragados
velharias de todo tipo que te ligam ao passado

OLHA QUE MALUCO:
➖No porão e no sótão, as tralhas viram sobrecarga;
➖Na entrada, restringem o fluxo da vida;
➖Empilhadas no chão, nos puxam para baixo;
➖Acima de nós, são dores de cabeça;
➖Sob a cama, poluem o sono
➖Espalhadas pela casa, entulham a vida.

COM O DESTRALHAMENTO:
A saúde melhora;
A criatividade cresce;
Os relacionamentos se aprimoram;
Há maior capacidade de raciocínio;
Leveza no espírito e no humor

PERGUNTAS QUE AJUDAM O DESTRALHAMENTO:
➕Por que estou guardando isso?
➕Será que tem a ver comigo hoje?
➕O que vou sentir ao liberar isto?

…e vá fazendo pilhas separadas…

Para doar!
Para jogar fora!
Para vender

A LIMPEZA DE DENTRO REFLETE POR FORA

➖livre-se de barulhos,
➖das luzes fortes,
➖das cores berrantes,
➖dos odores químicos,
➖dos revestimentos sintéticos,
➖do que traz lembrança triste…
➖libere mágoas,
➖pare de fumar,
➖termine projetos inacabados.

➕Cultive energia positiva em sua casa.
➕Faça uma limpeza geral e use caixas para organização:

lixo
✅consertos
♻reciclagem
em dúvida
presentes
doação
vender

Comece por gavetas e armários e conclua cada cômodo, faça tudo no seu ritmo…
ENQUANTO FAXINA observe as mudanças acontecendo em ✨VOCÊ✨

À medida em que
limpamos nossa casa física, também colocamos em ordem nossa mente e nosso corpo!

Rumo a contagem regressiva 2018!

*colaboração da amiga Lara.

Adoro nossas datas comemorativas!

Salve, lindo pendão da esperança! Salve, símbolo augusto da paz! Tua nobre presença à lembrança A grandeza da pátria nos tráz. Recebe o afeto que se encerra. Em nosso peito juvenil! Querido símbolo da terra, Da amada terra do Brasil. Em teu seio formoso retratas Este céu de puríssimo azul, A verdura sem par destas matas E o esplendor do Cruzeiro do Sul. Recebe o afeto que se encerra. Da amada terra do Brasil. Contemplando o teu vulto sagrado, Compreendemos o nosso dever E o Brasil, por seus filhos amado, Poderoso e feliz há de ser! Recebe o afeto que se encerra. Em nosso peito juvenil! Querido símbolo da terra, Da amada terra do Brasil. Sobre a imensa nação brasileira Nos momentos de festa ou de dor, Paira sempre, sagrada bandeira. Pavilhão de justiça e de amor! Da amada terra do Brasil. Ria Slides.
Salve, lindo pendão da esperança! Salve, símbolo augusto da paz! Tua nobre presença à lembrança A grandeza da pátria nos tráz. Recebe o afeto que se encerra. Em nosso peito juvenil! Querido símbolo da terra, Da amada terra do Brasil. Em teu seio formoso retratas Este céu de puríssimo azul, A verdura sem par destas matas E o esplendor do Cruzeiro do Sul. Recebe o afeto que se encerra. Da amada terra do Brasil. Contemplando o teu vulto sagrado, Compreendemos o nosso dever E o Brasil, por seus filhos amado, Poderoso e feliz há de ser! Recebe o afeto que se encerra. Em nosso peito juvenil! Querido símbolo da terra, Da amada terra do Brasil. Sobre a imensa nação brasileira Nos momentos de festa ou de dor, Paira sempre, sagrada bandeira. Pavilhão de justiça e de amor! Da amada terra do Brasil. Ria Slides.

“OS ALEMÃES E SUA RELAÇÃO COM O CONSUMO – UMA NOVA FORMA DE OLHAR AS COISAS” – POR AUGUSTO LOHMANN

Um dos grandes prazeres de uma viagem está em observar e aprender com o outro. “O destino de alguém não é nunca um lugar, mas uma nova forma de olhar as coisas”, disse uma vez o escritor norte-americano Henry Miller.

Na última viagem que fiz para a Alemanha, considerei uma cena emblemática: um sujeito bem vestido, terno e grava, aparentando seus 30 e poucos anos, entrando em um supermercado com uma bolsa de tecido repleta de garrafas pet vazias e pacientemente as inserindo em uma máquina, uma a uma, em troca de alguns centavos.

Algo de “errado” na cena? Evidentemente que não. Para os demais alemães presentes no supermercado, era uma cena comum. Para mim, como brasileiro, o primeiro pensamento foi que dificilmente poderia presenciar algo do tipo no Brasil.

Uma realidade bem diferente da nossa

No Brasil, o ato de economizar quase sempre é associado a um momento temporário de escassez de recursos ou a um objetivo de consumo específico. Final do mês, faltou dinheiro? Economiza. A pasta de dentes está no fim e não tem outra? Economiza. Foi demitido? Hora de rever os gastos. Quer viajar no fim do ano? Junta dinheiro para gastar tudo na viagem.

Fora desses cenários, a pessoa que para pra pensar antes de fazer um gasto costuma ser rotulada como “mão de vaca”, “muquirana” ou “sovina” – termos pejorativos associados ao sujeito que não “gosta” de gastar dinheiro.

Quem racionaliza os impactos de seus gastos muitas vezes é colocado na mesma categoria de um sujeito que não gasta com nada. O modelo vigente é: Se tenho dinheiro, compro; se não tenho, não compro – ou até compro, mas parcelado a perder de vista.

Os alemães e sua relação com o consumo – um aspecto cultural

Na Alemanha, o “modo de viver” econômico é uma característica cultural do povo alemão, e está totalmente dissociado do quanto você tem (ou não tem) de dinheiro – simplesmente são conceitos distintos.

Ter dinheiro suficiente para comprar algo não significa que você vá de fato comprar sem antes analisar uma série de fatores: isso vale o quanto estão me cobrando? Quanto eu preciso realmente disso?

Costuma-se atribuir essa cultura ao período de grande escassez de recursos vivido pelo povo alemão ao longo das duas grandes Guerras Mundiais.

Independente das razões, fato é que a maior parte dos alemães tem incutido em seu modelo mental o hábito de ser econômico e analisar seus gastos e hábitos de consumo. Uma ótima forma de ilustrar isso é voltar ao exemplo do supermercado para analisar alguns hábitos e comportamentos dos alemães.

Receber troco em balas? Nos supermercados da Alemanha, isso simplesmente não existe!

Lembra do sujeito de terno devolvendo garrafas em uma máquina? O nome dessas máquinas é “Pfandautomat“, e a função delas é justamente receber embalagens (pet ou vidro) vazias. O nome é por conta do “Pfand“, um valor cobrado pelas embalagens no ato da compra e que pode ser recebido de volta quando a pessoa se dá ao trabalho de devolver essas embalagens em uma “Pfandautomat“.

Os alemães e sua relação com o consumo - Uma nova forma de olhar as coisas
Pfandautomat

 

E aqueles centavos de troco que aqui no Brasil a gente acaba deixando pra lá ou recebendo em balas? Nos supermercados da Alemanha isso simplesmente não existe. Se a pessoa tem direito a um troco de 1 centavo, vai receber sua moeda sem precisar brigar por isso. Para o alemão, cada centavo que seja seu por direito é importante.

É raro encontrar um alemão fazendo compras sem a sua ecobag

Outro hábito interessante que observei por lá é que no Brasil ainda estamos engatinhando: o uso de ecobags, aquelas sacolas de tecido que podem ser reutilizadas. É raro encontrar um alemão fazendo compras sem a sua ecobag ou sem um carrinho de compras para minimizar o uso das sacolinhas de plástico – que são cobradas à parte.

No Brasil, esse modelo já foi implementado em muitas redes de supermercados, mas a maior parte das pessoas continua preferindo pagar pelas sacolas de plástico do que levar a sua própria de casa.

Nessa cultura do “ser econômico”, o dinheiro é somente uma das pontas. Direta e indiretamente, todo o modelo de consumo e de aproveitamento dos recursos é impactado por essa característica. Não por acaso, a Alemanha é pioneira em diversas iniciativas de políticas sustentáveis.

A Alemanha recicla 65% dos resíduos produzidos

Para começar, o país possui uma legislação específica para tratar da maneira como os alemães devem separar seu lixo doméstico para descarte, separando os produtos recicláveis em categorias. Se alguém é pego descumprindo a regra, a multa é pesada. Isso explica a Alemanha ser o país que mais recicla em todo o mundo, atingindo incríveis 65% dos resíduos produzidos.

 “The Good Food”  ao invés de jogar alimentos no lixo e supermercado sem embalagens

Em Colônia, na Alemanha, a loja “The Good Food” é especializada em vender alimentos que iriam para o lixo por serem “feios” ou por estarem próximos a data de vencimento (ou até recentemente vencidos). Em alguns casos, o preço do produto é definido pelo comprador, que paga o quanto acha que vale.

O Original Unverpackt, em Berlim, foi o primeiro supermercado do mundo com a proposta de não gerar resíduos. Os produtos são vendidos a granel e não fazem uso das embalagens tradicionais – o cliente é quem leva de casa seus potes e sacolas para acomodar suas compras.

O “Sperrmüll”

Há ainda um “evento” dedicado ao reaproveitamento de produtos descartados por outras pessoas, o “Sperrmüll“:

Em diversas datas definidas ao longo do ano, o alemão pega tudo que não quer mais – móveis, sofás, colchões e afins – e coloca do lado de fora da casa.

Outras pessoas simplesmente passam e pegam aquilo que precisam para suas casas – e não são moradores de rua ou mendigos, são pessoas com dinheiro que optam por uma solução mais sustentável. O que não é reaproveitado por outras pessoas é recolhido pela administração municipal e levado para centros de reciclagem.

Sperrmüll na Alemanha
“Sperrmüll” em rua na Alemanha – Por 3268zauber (Trabalho próprio) – CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons

 

Uma nova forma de olhar as coisas

Cuidar do seu lixo; comprar produtos que estão pra vencer; levar seus próprios potes e sacolas para as compras; vasculhar naquilo que o outro descartou a procura de algo que sirva para você. Hábitos que no Brasil olharíamos com profundo preconceito, mas que fazem parte do dia-a-dia dos cidadãos de uma das maiores e mais ricas potências do mundo.

Talvez seja mais do que hora de buscarmos essa “nova forma de olhar as coisas”. Se tem algo que podemos aprender com os alemães é esse modo de consumir mais consciente, baseado em uma gestão mais responsável dos recursos.

 

AUGUSTO LOHMANN É JORNALISTA, PROFESSOR E BLOGUEIRO DE VIAGENS DO “VIAJAR É DEMAIS”. VIAJANDO SEMPRE EM BUSCA DE NOVAS CERVEJAS, DE BOA COMIDA E DAS MELHORES PROMOÇÕES.

Trabalho Infantil

Trabalho infantilMuito se ouve hoje em dia sobre o TRABALHO INFANTIL, com opiniões às vezes controversas. A legislação internacional define o trabalho infantil como aquele em que crianças ou adolescentes são obrigadas a efetuar qualquer tipo de atividade econômica, regular, remunerada ou não, que afete seu bem-estar e o desenvolvimento físico, psíquico, moral e social. Segundo a Constituição Federal, é proibido para menores de 16 anos a execução de qualquer trabalho, salvo na condição de aprendiz a partir dos 14 anos e não devem prejudicar a frequência nem o rendimento escolar do adolescente.

Não estou falando aqui daquele trabalho em casa, para auxiliar nas tarefas domésticas gerais, que dosadas de acordo com a idade trazem benefícios. Me refiro a milhares de crianças e adolescentes pelo Brasil (em Curitiba também!) que são explorados sexualmente em troca de pagamento, de meninos e meninas envolvidos com o tráfico de drogas, na coleta de lixo, trabalhando como ambulantes, pedintes entre outros e que, em muitos casos inclusive sustentam a família.

Sem a intenção de criminalizar ninguém mas sim, conscientizar pais e responsáveis, é importante trazer o assunto à baila sempre que possível para a sociedade ajudar a preservar essas crianças e adolescentes e na contrapartida cobrar sempre do poder público educação de qualidade para todos.

Medo da polícia?

policial-1Ficamos tristes com as notícias de policiais que matam porquê se sentem irritados, porquê o som do vizinho está alto, ou porquê desentendeu-se no trânsito. A justificativa de que o tiro é para assustar e “sem querer” atingem alguém não convence, afinal, como qualquer cidadão, não podem usar a arma de fogo fora do exercício da função. Desequilíbrio emocional não “casa” com atividade policial. Esses agentes públicos precisam ser além de exemplos para nossas crianças, porto seguro para a população buscar proteção.

A comunidade pode e deve se aproximar da polícia Civil e Militar, da Guarda Municipal, conhecer seus membros, fazer-se conhecer e buscar em conjunto apoio do Poder Executivo para ampliação dos quadros, formação e cuidados físicos/psicológicos para esses profissionais.

Não queremos que nossos filhos tenham medo da polícia, dos guardas. Precisamos que tenham confiança! 

QUANDO OS FILHOS VOAM… POR RUBEM ALVES

Sei que é inevitável e bom que os filhos deixem de ser crianças e abandonem a proteção do ninho. Eu mesmo sempre os empurrei para fora.Sei que é inevitável que eles voem em todas as direções como andorinhas adoidadas.

Sei que é inevitável que eles construam seus próprios ninhos e eu fique como o ninho abandonado no alto da palmeira…

Mas, o que eu queria, mesmo, era poder fazê-los de novo dormir no meu colo…

Existem muitos jeitos de voar. Até mesmo o vôo dos filhos ocorre por etapas. O desmame, os primeiros passos, o primeiro dia na escola, a primeira dormida fora de casa, a primeira viagem…

Desde o nascimento de nossos filhos temos a oportunidade de aprender sobre esse estranho movimento de ir e vir, segurar e soltar, acolher e libertar. Nem sempre percebemos que esses momentos tão singelos são pequenos ensinamentos sobre o exercício da liberdade.

Mas chega um momento em que a realidade bate à porta e escancara novas verdades difíceis de encarar. É o grito da independência, a força da vida em movimento, o poder do tempo que tudo transforma.

É quando nos damos conta de que nossos filhos cresceram e apesar de insistirmos em ocupar o lugar de destaque, eles sentem urgência de conquistar o mundo longe de nós.

É chegado então o tempo de recolher nossas asas. Aprender a abraçar à distância, comemorar vitórias das quais não participamos diretamente, apoiar decisões que caminham para longe. Isso é amor.

Muitas vezes, confundimos amor com dependência. Sentimos erroneamente que se nossos filhos voarem livres não nos amarão mais. Criamos situações desnecessárias para mostrar o quanto somos imprescindíveis. Fazemos questão de apontar alguma situação que demande um conselho ou uma orientação nossa, porque no fundo o que precisamos é sentir que ainda somos amados.

Muitas vezes confundimos amor com segurança. Por excesso de zelo ou proteção cortamos as asas de nossos filhos. Impedimos que eles busquem respostas próprias e vivam seus sonhos em vez dos nossos. Temos tanta certeza de que sabemos mais do que eles, que o porto seguro vira uma âncora que impede-os de navegar nas ondas de seu próprio destino.

Muitas vezes confundimos amor com apego. Ansiamos por congelar o tempo que tudo transforma. Ficamos grudados no medo de perder, evitando assim o fluxo natural da vida. Respiramos menos, pois não cabem em nosso corpo os ventos da mudança.

Aprendo que o amor nada tem a ver com apego, segurança ou dependência, embora tantas vezes eu me confunda. Não adianta querer que seja diferente: o amor é alado.

Aprendo que a vida é feita de constantes mortes cotidianas, lambuzadas de sabor doce e amargo. Cada fim venta um começo. Cada ponto final abre espaço para uma nova frase.

Aprendo que tudo passa menos o movimento. É nele que podemos pousar nosso descanso e nossa fé, porque ele é eterno.
Aprendo que existe uma criança em mim que ao ver meus filhos crescidos, se assustam por não saber o que fazer. Mas é muito melhor ser livre do que imprescindível.

Aprendo que é preciso ter coragem para voar e deixar voar.

E não há estrada mais bela do que essa.

OBRIGADA

No dia 2 de outubro, antes de qualquer coisa rezei. Fui à Missa, dobrei os joelhos e pedi à DEUS que proviavatar-elainedenciasse o melhor. Claro que eu queria ser vereadora, mas, não deu… quem me conhece sabe que a palavra “resiliente” me serve bem. Eu caio e levanto na mesma hora. Vamos todos nós, os 3 177 levantar a cabeça! Desafiei a inércia do sistema, motivei cidadãos não politizados a defender minha candidatura e me sinto orgulhosa disso. Pena não ter conseguido o mandato para provocar as mudanças que tanto queremos. Agora é acompanhar e cobrar de quem entrou: a maioria vence e serão eles nossos representantes!

QUERO SER VEREADORA

“Sou servidora da Rede Municipal de Ensino há 30 anos, durante os quais atuei em várias escolas e também na Secretaria Municipal de Educação. Fui IMG_5870Alfabetizadora, Pedagoga e Diretora escolar. Nessa trajetória descobri que para alguns projetos tornarem-se realidade era preciso estar em outro espaço de trabalho, com maior alcance. Com esse desejo, contando com o incentivo familiar, profissional e de bons amigos, em 2012 minha candidatura à vereadora de Curitiba viabilizou-se e atingi uma expressiva votação (2 614 votos), numa campanha corpo a corpo, franca e direta. Não quero parar! Por isso sou novamente candidata às eleições de 2 de outubro. O cenário político atual é complicado e serve como uma reflexão para renovação e eleição de pessoas com garra e coragem para mudar. Tem um dito popular que diz: em briga de marido e mulher, não se mete a colher. Comigo não funciona. Precisamos meter a colher sim. Não só nas brigas para que não ocorram, mas na saúde, na educação e principalmente NA POLÍTICA!”